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terça-feira, 15 de setembro de 2009

LOULÉ: Seruca Emídio admite que IKEA já comprou terrenos

O presidente da Câmara de Loulé admitiu que a cadeia IKEA adquiriu terrenos no concelho, mas fonte ligada à empresa de mobiliário disse que o processo para abrir loja no Sul do país ainda está em aberto.

Questionado pela Agência Lusa sobre o andamento do processo para abertura de uma loja IKEA no Algarve, Seruca Emídio disse que "neste período pré-eleitoral tem-se registado um interregno", mas confrontado com a posição do homólogo de Faro, José Apolinário, de querer ver a cadeia instalada no seu concelho, respondeu que "a IKEA já adquiriu terrenos e estão em Loulé".

Mas fonte ligada à cadeia sueca não confirmou esta informação, dizendo apenas que "existe o objectivo de abrir uma loja a Sul do país, mas nada está ainda fechado e o processo está a decorrer".

O presidente da Câmara de Faro (PS) defende que a futura loja da cadeia IKEA, prevista para abrir até 2015, deve ficar localizada a sul do Parque das Cidades, terreno da Associação de Municípios Loulé/Faro.

Mas o município de Loulé prefere que a localização da grande superfície seja a norte do Estádio Algarve e o presidente da autarquia admitiu agora a compra de terrenos no concelho por parte da cadeia sueca.

O investimento na loja do Algarve será semelhante aos investimentos das outras lojas já construídas em Portugal, cerca de "60 milhões de euros", e até 2015 deverá ser uma realidade.
A cadeia sueca IKEA tem uma loja em Alfragide (Lisboa) e abriu a 31 de Julho de 2007 a segunda loja em Portugal, na localidade de Matosinhos, onde investiu mais de 60 milhões de euros, estimando abrir no primeiro semestre de 2010 outra em Loures (Lisboa).

Até 2015, o grupo IKEA prevê investir em Portugal cerca de 700 milhões de euros com a abertura de sete espaços, incluindo os de Alfragide e Matosinhos.

A poucos dias do braço de ferro com Macário Correia pela CMF, José Apolinário acaba de perder um trunfo pelo qual se batia nos últimos tempos... Na minha opinião, o importante é este investimento ser sediado na zona central do Algarve, mas não deixa de saber a amargo para os farenses, em especial para quem alega que "Faro é Faro"... A perda cada vez mais evidente de influência que a capital de distrito têm, no toca a atrair investimento (estrangeiro) é um facto que têm que ser invertido.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Pipocas diminuem risco de cancro

As pipocas (milho) e outros cereais contém substâncias conhecidas como polifenóis que têm o potencial de diminuir o risco de cancro e doenças cardíacas.

O estudo foi apresentado por cientistas da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, durante a 238ª Reunião da American Chemical Society (ACS), em Washington, nos Estados Unidos, segundo a BBC.
Os polifenóis são a principal razão pela qual frutas e legumes - e alimentos como chocolate, vinho, café e chá - são conhecidos pelo seu potencial em diminuir o risco de doenças.

Até agora, acreditava-se que esses cereais eram alimentos saudáveis e ajudavam a combater o cancro e doenças cardíacas por causa do seu alto teor de fibra, mas segundo os autores do estudo, ninguém tinha ainda comprovado a presença, em quantidades elevadas, de polifenóis.
Segundo os cientistas, a quantidade de antioxidantes encontradas em cereais integrais é comparável à encontrada nas frutas e legumes, por grama.

Os polifenóis são substâncias químicas encontradas em muitas frutas, legumes e outras plantas, como frutas vermelhas, nozes, azeitonas, folhas de chá e uvas. Conhecidos como antioxidantes, eles removem os radicais livres do corpo, que são substâncias que têm potencial de deteriorar células e tecidos do corpo. Os cereais integrais com maior quantidade de antioxidantes são feitos com trigo, milho, aveia e arroz.

Era "espetarem" um cartaz gigante com esta informação à porta do Atrium Faro, e era ver aquele espaço a ser totalmente dinamizado, com o fluxo de clientela para o cinema... Acabava-se parte dos problemas da baixa farense...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Cultura do mundo 'mistura-se' em Faro

O Mercado Mundo Mix instala a 22ª edição no Largo da Sé, em Faro, de 14 a 16 de Agosto. Evento conta com expressões artísticas de todo o país.

O certame reúne 40 artistas, 12 dos quais oriundos do Algarve, segundo revelou aos jornalistas, na segunda-feira, Beto Lago, da organização, durante a apresentação no Museu Municipal de Faro.

“Incentivar a produção individual e artística de cada um”, define o organizador como a principal característica do Mercado Mundo Mix (MMM), um evento com o formato de feira que surgiu no Brasil em 1994 e chegou a Portugal em 2003, tendo já passado por cidades como Porto, Coimbra, Cascais e Lagos. A última edição foi em Maio, no Castelo de São Jorge, em Lisboa, “onde todos os anos nós abrimos o Verão”, refere.
O responsável pela organização entende que o MMM pode ser uma forma de potenciar algumas das características da região, pautada por residentes, nacionais e estrangeiros, ligados a diferentes formas de arte.
“A nossa feira é um pouco diferente, porque ela não é de artesanato. Ela é voltada para criadores de design e moda e é intercalada sempre com bandas, que vão fazer apresentações, em geral, às 22h00, às 23h00 e às 24h00”.
“É um projecto diurno”, explica. Todavia, a edição de Faro terá o horário das 18h00 à 01h00, “por causa da concorrência da praia”, justifica.

Beto Lago lança o repto a todos os criadores e artistas da região a visitarem o evento e a entrarem em contacto com a organização, pois “a nossa ideia é voltar mais vezes”.
Apesar de os criadores presentes no MMM pagarem uma taxa para terem um espaço no evento, Beto Lago admite que “se aparecerem demonstrações espontâneas vamos achar bem interessante e serão bem acolhidas” e reafirma o desafio para que os criadores locais se apresentem à organização de forma a aumentar o número de participantes em próximas edições, bem como levar os artistas locais a outras paragens: “haverá sempre elementos da organização junto ao palco, é só aparecerem por lá e contactarem connosco”, diz.

O MMM vai contar com emissões em directo através da rádio oficial, a RUA FM, que podem ser ouvidas na frequência 102.7 FM ou em http://www.rua.pt/.

No leque de concertos agendados apresentam-se as bandas Nome, Reflect e os DJ’s Orelha Extra e DJ Set, na sexta-feira; Fad’nu, o Ludo e os DJ’s NoWay e Poplândia DJ Set, no sábado; e Bubblebath, I-Rick DJ e DJ Sir Aiva, no domingo.
O LAC – Laboratório de Artes Criativas, sediado em Lagos, outro dos parceiros, irá dinamizar o espaço Art Mix, com uma exposição dos artistas plásticos Jorge Pereira e Sofia Fortunato e o projecto TOSCA.lab, de Ricardo Milne e Catarina Nunes.
Para os mais pequenos há o Mini Mix, onde não faltam pinturas faciais, modelagem de balões, oficinas de pintura, bijutaria e passatempos, entre outras actividades.
Há espaço ainda para a solidariedade, na Banca dos Abraços da Associação Nariz Vermelho. Este espaço dá a conhecer os ‘doutores palhaços’, que levam a alegria às crianças hospitalizadas. Ao contribuir para esta causa os visitantes ganham um abraço e um nariz de palhaço.
O evento conta com “o apoio logístico, material, meios humanos e uma verba de 20 mil euros”, atribuídos pelo Município de Faro, segundo confirmou o presidente da autarquia, José Apolinário durante a apresentação.

Para saber mais sobre este conceito e os diferentes artistas que pode encontrar no fim-de-semana, em Faro, clique aqui. A entrada é livre.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Faro: Apolinário define programa funcional para centro comercial em risco de ser penhorado

O presidente da Câmara de Faro reuniu-se esta segunda-feira com agentes culturais algarvios para definir o programa funcional do centro comercial "Atrium Faro", uma superfície comercial que está quase sem lojas abertas e em risco de ser penhorado pela banca. "Hoje definiu-se o programa funcional do centro comercial e agora falta justificar a proposta de compra junto da banca. Estamos a preparar, juridicamente, os cadernos de encargos para alavancar o projecto", explicou, em declarações à Lusa, o autarca José Apolinário.

Situado na principal artéria da baixa de Faro e erguido sobre o antigo Cine-Teatro Santo António, o Atrium Faro, inaugurado há mais de dois anos, tem 30 lojas, mas apenas duas estão ocupadas, tendo as três salas de cinema encerrado há cerca de mês e meio. Com o objectivo de salvar o projecto comercial, a Câmara de Faro anunciou que pretende adquirir o "Atrium Faro" através de uma parceria público-privada e adaptar o espaço com uma área cultural e outra comercial.

A área comercial terá um total de 1.300 metros quadrados (m2) - a maior parte no rés-do-chão e o restante no primeiro piso - e a área cultural será distribuída pelo primeiro e segundo piso, adiantou José Apolinário, que pretende ter até ao final deste mês o caderno de encargos lançado. A Câmara vai ainda convidar a Escola de Ourivesaria "Contacto Directo" de Lisboa a abrir uma delegação no Atrium Faro, assim como pretende trazer para aquele espaço um julgado de paz, um centro de mediação de conflitos. Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Faro acrescentou que a operação envolve verbas na ordem dos sete milhões de euros, que incluem a aquisição do edifício e algumas obras de adaptação "às novas funcionalidades".

O processo apenas será viável com a participação de parceiros privados e a redução de custos de manutenção (que rondam os 17 mil euros mensais), argumenta o autarca, frisando que o objectivo da autarquia não é "salvar um negócio", mas sim utilizar o espaço para fins culturais, com serviços públicos e lojas.
In Região-Sul

Não sei porquê mas isto faz me lembrar a nacionalização do BPN. O investismento de 7 milhões de euros, por uma autarquia falida num projecto privado fracassado é no mínimo discutível, aumentando ainda mais a dependencia da CMF à banca... Será este o caminho?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Bora ao Makjeitos?

Pelos vistos, o franchising do McDonalds em Olhão é posse duma firma com um nome muito sugestivo e bem algarvio... Eu bem que ouvia muita gente falar-me que "ia ali ao ma que jeites", mas agora, que finalmente verifiquei com atenção um talão, e assim percebi o motivo deste trocadilho... É caso para dizer: Moss, só agora é que vistes isse, deb?

quarta-feira, 20 de maio de 2009

FARO: ASAE fecha o "Seu Café"

O "Seu Café", um conhecido restaurante snack-bar da cidade de Faro, no Algarve, foi hoje encerrado, depois de uma operação de fiscalização

A notícia foi avançada esta tarde por fonte policial à agência Lusa.

Em declarações à Lusa, a assessora de imprensa da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) confirmou, por seu turno, que "um estabelecimento comercial de Faro foi hoje encerrado por aquela autoridade após uma acção de fiscalização que detectou falta de condições de higiene".

O "Seu Café" localizado na Baixa de Faro é um dos estabelecimentos comerciais mais conhecidos da cidade, frequentado tanto por habitantes séniores que ali almoçam todos os dias, como por jovens da capital algarvia e turistas.

Mais uma boa da ASAE... Num país com tantas carências e situações a corrigir, insiste-se no caminho mais fácil, em vez de atacar de frente situações mais graves do ponto de vista da higiene alimentar. Por acaso alguém morreu devido ao atendimento neste estabelecimento?

21/05 - Mas hoje já ouve novidades.... “Não há nenhum café que possa cumprir com as leis da ASAE. Isto são leis talibãs!”, afirma indignado José Nascimento, sentado com alguns amigos habitués da esplanada do “Seu Café”. “Quando um café destes é encerrado, então todos os outros já deviam ter fechado”, acrescenta." excerto do Observatório do Algarve

Quem diz a verdade, não merece castigo...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Dolce Vita não é entrave à venda do S. Luís

O anúncio da construção de um Centro Comercial Dolce Vita, em Faro, não é visto pelo presidente do Município como um entrave à venda do Estádio de São Luís, para onde também está prevista uma grande área comercial.

José Apolinário considera que a cidade de Faro tem condições para acolher três grandes superfícies comerciais: o Fórum Algarve, já existente, o Centro Comercial Dolce Vita, anunciado para a zona do Vale da Amoreira, e a zona comercial prevista para o Estádio de São Luís, em processo de venda.
Faro é onde há maior poder de compra per capita. Há 65 mil veículos que entram diariamente na cidade. Calcula-se que 16 mil pessoas que entram diariamente na cidade para trabalhar vivam fora de Faro. Portanto, eu acho que há potencial”, disse aos jornalistas José Apolinário, à margem da apresentação do Plano de Urbanização do Vale da Amoreira, na passada quinta-feira.
O autarca acrescentou ainda, que a construção do Dolce Vita “não afasta a responsabilidade da Câmara na dinamização e da integração do centro da cidade e isso vamos, aliás, reforçar a nossa intervenção no centro da cidade”.

Em relação ao Estádio São Luís, que o Sporting Clube Farense pretende vender pelo valor base de 15 milhões de euros, Apolinário considera que “são duas estruturas completamente diferentes. Isto [Dolce Vita] é um projecto global com uma determinada dimensão. O outro [São Luís] será, por razões que têm a ver com a sua inserção na malha urbana, mais de lojas que procuram o centro da cidade e eu acho que há potencial para haver lojas de marca que procurem o centro da cidade”, afirma.
O edil acredita que “a questão mais complexa neste momento em relação ao Estádio São Luís é a recessão do mercado, porque do ponto de vista de potencial é naturalmente um bom negócio”. Um investimento que, defende Apolinário é valorizado pela dinâmica criada com em torno da revitalização do Mercado Municipal, onde funciona uma Loja do Cidadão de segunda geração.

Um Plano com 56 hectares
O Plano de Urbanização do Vale da Amoreira, que engloba uma área de 56 hectares, está a ser desenvolvido pelo Fundo de Investimentos Imogharb, entidade privada que irá promover o empreendimento Porta da Amoreira, onde se inclui o Centro Comercial Dolce Vita, um hotel, habitação multifamiliar e unifamiliar (10 por cento da qual a custos controlados), um parque urbano, um equipamento de saúde, residências assistidas para a terceira idade e áreas de comércio e serviços.
O acordo firmado com a autarquia farense para a elaboração do Plano de Urbanização pressupõe que a Câmara Municipal é que dá as directrizes e aprova as opções de ordenamento. Inclui ainda a construção, por parte da Imogharb, de um Parque Urbano, assinado pelo arquitecto Sidónio Pardal, que será depois gerido pelo Município, e de alguns acessos àquela zona da cidade, nomeadamente as vias internas, via urbana de acesso entre a Av. 25 de Abril e respectiva rotunda, que irá fazer ligação com a estrada de acesso à EN2, esta última a cargo da Estradas de Portugal, no âmbito do Plano de Requalificação da EN 125.

Autarquia cria gabinete de apoio
A apresentação do Plano de Urbanização do Vale da Amoreira contou com a presença de muitos residentes na zona, cujas propriedades vão se afectadas com as novas directrizes, prevendo-se até a negociação e expropriação de terrenos para a construção de acessibilidades.
Durante a sessão, um dos presentes sugeriu a criação de um gabinete, por parte da autarquia, para receber as dúvidas e as sugestões da população, proposta prontamente aceite pelo edil.
Segundo José Apolinário, este serviço deverá estar a funcionar em “meados de Junho”. O autarca defende que “isto não pode ser um plano para ser feito na secretária. Há questões de limites de propriedades, e outras, que têm de ser acertadas”.
“O Plano está em adiantada fase de elaboração, pensamos que estará em condições de estar na Câmara Municipal em Julho”, acrescenta.
Para Apolinário “esta é uma oportunidade de organizar esta zona toda do território” e conclui que as medidas agora projectadas vão dar a Faro “uma nova centralidade”, em 2013.
No vídeo que se segue o arquitecto Mário Trindade, um dos autores do Plano de Urbanização do Vale da Amoreira, explica o que está previsto para aquela zona.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Ria Shopping... A abertura

Foi aberto hoje ao público o novo centro comercial da zona central do Algarve, o Ria Shopping, prometendo, para já fazer em parte, frente ao Fórum Algarve. Há 10 anos atrás nada destes espaços de grande dimensão, aglomerando diversas lojas no interior, coexistia com o comércio local. A verdade é que cada vez mais os pequenos comerciantes sentem dificuldades para acompanhar a cavalgada fulgurante destes espaços congregadores das mais diversas áreas comerciais, que não só dispõem dum stock maior à escolha do cliente como também oferecerem preços mais competitivos, contrastando assim com o Comércio local que para além disso ainda está sistematizado num horário diurno e muitas vezes pouco prático para quem têm um horário laboral similar.

É neste contexto que têm surgido mais espaços desta dimensão no Algarve e no caso concreto do Ria Shopping, nos parece que terá alguns factores positivos face ao Fórum Algarve, dado que se sitia no centro da cidade de Olhão, junto a grandes zonas residenciais, o que por si só beneficia o acesso ao mesmo. Contudo, na minha opinião ficará a perder em todos os outros aspectos, dado que o conjunto de lojas e marcas representadas não supera a oferta que o o Fórum Algarve dispõe, bem como averba uma grande pecha na área de restauração, que para já, está praticamente desactivada, isto numa esplanada que nos muito aberta e que no Inverno, caso mantenha a sua topologia, se revelará fria e ventosa...

Na minha humilde opinião, a própria estrutura do Ria Shopping, em que a lojas estão incorporadas no interior dum edifício base, com corredores no interior fica também àquem do espaço arejado em desenho de praça aberta que proporciona ao visitante um maior contacto com o sol e permite uma circulação mais tranquila pelo centro... Contudo, a quebra será notória em Faro e ainda nem temos o Grand Plaza de Tavira em funcionamento... Aí, por certo a quebra será maior, muito por culpa do mercado espanhol, que assim terá aí uma alternativa mais perto da porta...E na altura, a questão será: Há mercado para três grandes centros comerciais numa faixa de 30 kilómetros?

P.S. - Excelente a ideia do Olhanense, que têm uma loja oficial no interior do Ria Shopping, chegando assim a muita gente e dando uma imagem positiva do Clube ainda que o stand esteja um pouco despido... Fica a ideia para que o nosso Farense faça o mesmo num futuro a médio prazo.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Parece que em Faro é mais barato...

Uma loja em Faro

Se formos rigorosos, confirma-se desta forma que o custo destes serviços em Faro é muito inferior ao da zona de Quarteira/Vilamoura, pois lá, por metade do que se oferece aqui no cartaz, acaba por ter um preço inflacionado de "20 euros"...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Pão de Açúcar "amigo" do Mercado Municipal

Após três meses da inauguração do Pão de Açúcar no edifício do Mercado de Faro, o Observatório do Algarve foi ouvir o que têm os comerciantes a dizer. Conheças as opiniões aqui.
Uns dizem que” não prejudicou nem beneficiou”, outros afirmam ter favorecido “bastante”. É assim que se dividem as opiniões de comerciantes e dirigentes quanto à instalação do estabelecimento do grupo Auchan no edifício do Mercado Municipal de Faro.
Na perspectiva de D. Florinda, comerciante de frutas e legumes, a abertura do Pão de Açúcar “não prejudicou até porque os clientes são os mesmos”, afirma ao Observatório do Algarve.
Augusto Nunes e Tiago Raimundo, comerciantes de carne e peixe, respectivamente, acrescentam: “Talvez ao fim-de-semana venham mais umas quantas pessoas”, comentam.
Já para José Apolinário o balanço é sem dúvida positivo: "Desde a abertura do Pão de Açúcar houve mais gente e mais movimento no mercado. Além de que se tem verificado uma relação complementar com o mercado tradicional que mantém a qualidade do produto e ao mesmo tempo proporciona uma maior atenção no atendimento, pois as pessoas já se conhecem pelos nomes”, acrescenta o autarca.
Com os olhos postos no futuro próximo, Apolinário acredita que a inauguração da Loja do Cidadão vai trazer um reforço ainda maior para o mercado tradicional que beneficiará da vinda de “uma média diária de 2 mil pessoas”.
Quinta-feira, dia 18, fará três meses que o Pão de Açúcar está instalado no edifício do Mercado Municipal de Faro.

A fazer fé nos depoimentos recolhidos pelo Observatório do Algarve, faço aqui o mea culpa do meu pensamento explicito neste artigo e no outro anexo.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

1200 novos postos de trabalho em Olhão

O novo Centro Comercial de Olhão vai garantir cerca de 500 postos de trabalho assim que entrar em funcionamento mas, pode vir a assegurar 1200 empregos, directos e indirectos. A inauguração está agendada para Março de 2009.

Março de 2009 é o mês apontado por Roger Schiltz, representante da Sans Fronterieres, empresa que vai gerir o Ria Shopping, para a inauguração. O responsável afirma que o dia já está decidido mas, para já, prefere manter a data em segredo.
Um investimento de 30 milhões de euros transformou o antigo Estádio Padinha, do Sporting Clube Olhanense, num edifício com 80 lojas e pode vir a garantir cerca de 1200 postos de trabalho, 700 dos quais directos.
“O Centro Comercial é importante pela dinâmica económica e comercial que vai criar, mas também pelos postos de trabalho. Não digo que no início crie logo os 700 previstos no projecto, mas vai criar com certeza entre 400 e 500 postos de trabalho directos, o que para nós é efectivamente muito bom”, afirmou Francisco Leal à comunicação social, após a apresentação comercial do Ria Shopping, na passada sexta-feira.
O Centro divide-se em zona de serviços, no Piso 0, com 19 lojas; moda, no Piso 1, com 35 lojas; alimentação e lazer, no Piso 2, composto por 25 lojas e garante mais de mil lugares de estacionamento.
O espaço já tem assegurada a presença de lojas âncora, como o supermercado do grupo Auchan Pão de Açúcar, a Box, a Sport Zone, a sapataria Loop, a Book.It, a Zippy e a Worten Mobile. Uma farmácia, cabeleireiros e um ginásio são outras das possibilidades de comércio.

As 80 lojas ocupam um espaço total de 9084 m2.
Contrapartidas incluem cobertura da rua das lojas
A cobertura da rua das lojas, na Baixa de Olhão, é uma das contrapartidas que foi negociada com o município para a instalação do Ria Shopping. A par dessa, existem ainda condições vantajosas para os comerciantes olhanenses que se queiram instalar no Centro Comercial e a instalação de um painel publicitário em cada entrada da cidade, para promover o comércio local e os eventos do concelho.
No que respeita à cobertura da rua das lojas já existe uma proposta a ser estudada pela autarquia e pela ACRAL (Associação de Comerciantes da Região do Algarve), dado que “não é fácil fazer uma cobertura porque, obviamente, não pode afectar os residentes”, explica Francisco Leal.

Vantagens para olhanenses e associados da ACRAL
A Sans Frontieres tem previstas algumas vantagens para os comerciantes de Olhão e para os associados da ACRAL que se queiram instalar no Ria Shopping mas, independentemente desse acordo, tudo depende da capacidade negocial de cada empresário.
“O nosso compromisso com a Câmara foi de criar condições especiais de maneira a que os comerciantes de Olhão possam trabalhar connosco”, sublinha Roger Schiltz, que acrescenta estar previsto também o acompanhamento dos comerciantes para que aprendam a trabalhar num espaço fechado como um Centro Comercial.
“Um comerciante que é de rua não faz ideia dos problemas e das vantagens de trabalhar num Centro Comercial”, comenta.
Neste momento a percentagem de lojas alugadas ronda os 60 e os 65 por cento, número que, segundo Schiltz, é já suficiente para inaugurar o espaço.

Concorrência não assusta
A proximidade do Fórum Algarve, em Faro, e do futuro Gran Plaza, em Tavira, com abertura prevista para Maio de 2009, não assusta os gestores do Ria Shopping.
“É competição normal, é natural”, diz Roger Schiltz.
“O que eu posso fazer é escolher uma boa localização (e eu acho que temos a melhor localização possível), escolher um bom tamanho do shopping, depois seleccionar as lojas e fazer um shopping o mais barato possível de maneira a que os lojistas possam pagar os encargos, isso sim é da nossa responsabilidade, o resto é a vida!”, refere.
“O shopping que vai abrir não será o mesmo daqui a um ano”, assegura Schiltz, para quem o segredo está na “flexibilidade” e capacidade de adaptar o espaço às exigências reais do mercado.
Os promotores esperam atingir um universo que pode ir até às 80 mil pessoas: “É um Centro pensado para uma população local, mais ou menos 25 mil pessoas urbanas. Num raio de influência de 25 minutos de carro vamos atingir cerca de 70 a 80 mil pessoas”, acrescenta Mário Fernandes, da Sans Frontieres.

Olhanense fica com 2 mil m2
O negócio da venda do antigo Estádio Padinha, propriedade do Sporting Clube Olhanense, inclui uma cláusula contratual que define que o Clube vai beneficiar da renda de cerca de 2 mil m2 de lojas, apesar da gestão do espaço estar inteiramente entregue à Sans Frontieres.
“Há uma relação contratual”, explica Mário Fernades, cujo valor ainda não está definido. “Vai depender da renda média”, conclui.

Seria interessante saber quantos desses 1200 postos de trabalho não são considerados precários. Porque jogar com estes números para a Comunicação Social, dá a entender que as pessoas terão neste espaço comercial a "tábua de salvação" para os seus frágeis orçamentos familiares, o que na práctica sabemos que não será bem assim...

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Belo negócio na cidade da Floripes...

OLHÃO: mega-shopping abre em Outubro

Está em construção acelerada aquele que se candidata ao título de maior centro comercial da metade Leste do Algarve. Saiba mais.
O empreendimento promete dar algumas dores de cabeça aos pequenos comerciantes e aos gestores de super e hipermercados da zona: germinado da vontade do Olhanense em fazer dinheiro à custa de um dos seus espaços mais emblemáticos – o Estádio Padinha, situado a Norte da EN125, confinante com o Bairro Neves -, o Ria Shopping tem grandes ambições.
A estrutura ocupará uma área locável de 14 mil metros, dos quais 9.000 serão atribuídos às 70 lojas, 13 das quais restaurantes (4.000 metros), e ao hipermercado Jumbo (5.146 metros), o segundo da região, depois do que se encontra no Fórum Algarve.
Servido por um parque de estacionamento em área coberta para 1.100 viaturas, o centro comercial, com três pisos, terá duas lojas âncora de média dimensão e um ginásio, no último piso, que será encimado por cúpulas estilizadas, ao estilo de tendas árabes.
Promovido pela empresa Operfracção e comercializado pela MID – que já comercializa o Glicínias de Aveiro e o Foz Plaza da Figueira da Foz -, o novo espaço não terá cinemas.
A empresa MID não quer, por enquanto, falar à comunicação social sobre o projecto, com o argumento de que estuda ainda a estratégia de comunicação mais acertada para divulgar o espaço a clientes e à população em geral.
Sabe-se contudo que o centro comercial nasceu da necessidade do Olhanense em rentabilizar o espaço ocupado pelo estádio Padinha, e que pela transacção o clube recebeu inicialmente 500 mil euros, que lhe permitiram pagar a hipoteca.
A partir de Outubro, o Olhanense ficará com 2.300 metros quadrados de lojas, que lhe renderão cerca de 45 mil euros por ano, sensivelmente o mesmo que o clube gasta anualmente na sua equipa da divisão de honra.
Inaugurado em 1923 (assim chamado em homenagem ao atleta Francisco Padinha, campeão de luta e de pesos e halteres), o estádio Padinha foi o palco onde o escalão principal do clube jogou até 1984, altura em que os jogos se mudaram para o actual José Arcanjo. Ali jogaram até à presente temporada as equipas dos escalões jovens, que já se mudaram para o Estádio Municipal, de piso sintético.