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quarta-feira, 10 de junho de 2009

O dia de Portugal...

Hoje, que se comemora o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas espalhadas pelo Mundo é dia de reflectir sobre o rumo da nossa nação, independente desde 1143, e impulsionadora na descoberta de novos mundos pelo globo terrestre.

Depois de perdidas as colónias além-mar, e mais tarde de Timor e Macau, Portugal é hoje um país cada vez mais só, mas também mais subjugado aos poderes da UE, que a médio prazo ditarão uma autêntica unificação no velho Continente, convergindo ainda mais a linhas da legislação e comércio por forma poder ultrapassar as crescentes dificuldades económicas e sociais que o planeta atravessa.

A crise internacional está aí, e Portugal, como país super-dependente do mercado internacional, encontra-se hoje muito parecido com a imagem recolhida à uns dias atrás, junto ao aeroporto de Faro... Um país esfarrapado, à procura dum novo rumo para o seu destino...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Algarve na rota do Mundial 2018

Federação discute tema na sexta-feira
Cavaco Silva, sabe o DN, quer garantias inabaláveis de lucro para o nosso país

Falta quase tudo para que Portugal possa organizar, em conjunto com a Espanha, o Mundial 2018, mas o DN sabe que os quatro estádios que Portugal pode oferecer ao certame são quase consensuais já nos círculos de decisão. Falamos dos estádios dos três grandes mais o estádio do Algarve. Os primeiros porque abrangem as duas principais cidades do país (Lisboa e Porto) e têm uma lotação acima dos 50 mil lugares, o último devido à proximidade com Espanha e ao turismo, que é uma pedra basilar nas pretensões portuguesas.
A Espanha incluiria seis recintos, que ainda não estão definidos - Madrid, Barcelona e Sevilha são intocáveis. De resto, no cenário da candidatura ibérica, Portugal reivindicaria para Lisboa o jogo de abertura, ficando a final destinada a Madrid. As últimas declarações do secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, sobre o Mundial revelam uma abertura governativa sobre a candidatura ibérica. Já quanto ao Presidente da República, Cavaco Silva, sabe o DN que quer ter na sua posse um dossiê que sustente a previsão de lucro, com base no turismo e na promoção de Portugal no Mundo. (...)
In Diário de Notícias por Bruno Pires

Como diria o "outro"... Deixem-nos sonhar!

sábado, 6 de setembro de 2008

Petróleo cai 42% e gasolina 3,7%

Energia: Diferença notória no ritmo de variações de preços
O preço do barril de petróleo diminuiu 43,86 dólares (42 por cento) em Londres desde 11 de Julho último, dia em que atingiu o máximo de 147,50 dólares.
Mas o custo dos combustíveis em Portugal não acompanha o da matéria-prima no mercado de futuros londrino. Aliás, a Galp Energia até aumentou um cêntimo o preço do litro da gasolina sem chumbo 95 e o do gasóleo nesta semana.
Após o recorde da cotação da fonte energética na capital britânica, os portugueses passaram a pagar 1,525 euros pela gasolina sem chumbo 95 e 1,428 euros pelo gasóleo.
A descida do preço da gasolina sem chumbo 95, que está a 1,470 euros no distrito de Lisboa, foi de cinco cêntimos, ou 3,7 por cento. O preço do gasóleo baixou dez cêntimos, ou 7,5 por cento.
Devido a tal discrepância, o ACP – Automóvel Club de Portugal diz que "a situação verificada nos últimos dias revela e confirma as suspeitas de um comportamento concertado de manipulação do mercado de combustíveis em Portugal".
Num comunicado emitido ontem, a organização presidida por Carlos Barbosa chama à atenção para "o monopólio existente no mercado da refinação, armazenamento, transporte e distribuição, dominado pela Galp Energia." Do que resulta "uma situação de controlo de mercado que permite impor, sem qualquer supervisão regulatória, os preços de venda ao consumidor final".
Segundo o Automóvel Club de Portugal, não existe concorrência no mercado de combustíveis português. E alerta o Governo para "a imperativa necessidade de adopção das medidas convenientes".
Nada que já não soubéssemos mas a disparidade entre a quebra de preços no mercado internacional e a actualidade dos preços dos combustiveis no nosso País é absolutamente vergonhosa! E o Estado nada faz porque também beneficia com os impostos consequentes destes altíssimos preços, o que nos deixa ainda mais indignados com esta situação. Quando o custo de vida dos portugueses vai aumentando a cada dia que passa, quiçá também originando alguns actos de desespero nunca desculpáveis, que se têm agudizado nos últimos tempos, pergunto se não era altura de tomar uma decisão de fundo para corrigir esta questão para bem de todos os Portugueses?

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Cabecinha em lugar de prestigio, Évora salta para a história

Dia grande para o Algarve, mas sobretudo para Portugal. Depois da estreante Ana Cabecinha, atleta do Clube Oriental de Pechão bater o record nacional de Susana Feitor, datado de 2001, por sete segundos, terminado a prova dos 20 kms marcha num prestigiante 8.º lugar, foi Nélosn Évora proporcionar ao País momentos de emoção e alegria, que com o passar do tempo se transformaram num orgulho imenso perante este feito inolvidável. A medalha de Ouro nos Jogos Olimpicos foi entregue a Portugal pela 4.º vez na sua história, o que deixa o atleta do Benfica num circulo restrito, mas há um facto que ninguém pode negar. É que foi a primeira medalha de Ouro em Olimpíadas que um Portugês alcançou numa disciplina técnica do atletismo... Simplesmente brilhante!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Críse Olimpica, a imagem de um País

Enquanto este senhor prova numa competição internacional inigualável que é um dos melhores do mundo do desporto, recordista absoluto de medalhas(de ouro) conquistadas em Olimpíadas, por exemplo ao contrário de muitos desportistas da nossa praça que são apelidados de "melhor do mundo" mas que nos momentos decisivos teimam em deixar a desilusão no ar. E não me limito aos atletas olímpicos mas também ao Futebol... Olhando para as Olimpíadas, onde diga-se de passagem, Portugal está ter uma participação com resultados desastrosos, aos quais se somam algumas declarações polémicas.... Imagino que quando chegarem a Portugal ainda vai haver "batatada", a avaliar por as criticas entre colegas de Missão....

  • Vanessa Fernandes: "Acho que falta atitude. Falta mesmo. Terem um pouco a consciência do que é um evento como estes. Isto tem de vir mesmo do coração e não sinto muita gente a vir (para os Jogos) com isso cá dentro. Vêm cá e... pronto. Olha, está feito. Aqui tens de competir a fundo, mas isso é que é difícil" (...) "Como não assumem a responsabilidade deles, começam a julgar coisas exteriores. A desculpar-se ou a criticar alguém ou alguma coisa. É patético. É a pior coisa que um atleta pode fazer"
  • Vicente de Moura: "Nós preparamos os atletas desportivamente, mas culturalmente não, a educação não é connosco. É para o povo português. Todos temos que ter educação, olhar para a bandeira e saber que temos o povo português todo atrás de nós. Não podemos esquecer isso e não podemos defraudá-lo"(...)"Aqui não há desculpas! Fizemos o nosso trabalho todo. Estamos aqui para dignificar Portugal. Se não conseguirmos, temos a consciência que o trabalho foi feito"
  • Marco Fortes: "Cheguei à conclusão que de manhã só estou bem na “caminha”. Lançar a esta hora foi muito complicado. Apesar de ter entrado bem na prova, com dois lançamentos longos com mais de 19 metros, no último lançamento as pernas queriam era estar esticadas na cama"
  • Telma Monteiro: "Não tivemos uma competição justa. Lutei um pouco contra os árbitros. Saí com vontade de rir. Pensei que estava a lutar contra quatro pessoas. Mas nem quero dar isso como desculpa. Quando estamos num dia para ganhar, entramos e projectamos a outra pessoa por Ippon se for preciso, mesmo que os árbitros não estejam a ajudar"
  • Vânia Silva: "Estava bem, fiz o aquecimento bem. A única explicação é que, infelizmente, não sou muito dada a este tipo de competições. Em campeonatos da Europa, campeonatos do Mundo e Jogos Olímpicos, o melhor que fiz foi 63 metros nos últimos Jogos Olímpicos"
  • Contudo, destaco no fim disto tudo, o que disse Francis Obikwelu, imagem da pura humildade deste jovem africano que disse apenas isto: "Sinto que já não posso dar mais a Portugal, alegrias como as que dei. Tenho muitos problemas de joelho, é avida, chegou a hora (...) Só estou triste por não me ter despedido com a medalha com que sonhei- ou pelo menos com a final. Não fui capaz. Não tenho de arranjar desculpas, só de pedir desculpa aos portugueses. Portugal pagou para estar aqui e eu não fui á final. Este é o meu trabalho, falhei. Como o meu joelho já não deixa, hoje fiquei com essa certeza, não vale a pena Portugal andar a gastar dinheiro comigo".

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Número interessante

23.935

foi o número de divórcios decretados em Portugal no ano de 2006. Na prática, houve 48 divórcios por cada 100 casamentos celebrados

quinta-feira, 19 de junho de 2008

A primeira impressão

Dizia-me um dos meus primeiros “chefes” que tive, que a primeira impressão que as pessoas nos deixam quando as conhecemos, é sempre aquela que marca, e que apagá-la da nossa memória, só é possível, se a vivência continuada entre nós nos mostrar verdadeiramente, que estávamos errados nessa análise inicial, catalogadora da personalidade da pessoa e da sua maneira de estar na sociedade…
Desta forma, podemos adaptar também este pensamento à realidade do nosso País nas mais variadas vertentes.
Isto a propósito, de algumas viagens que tenho feito ultimamente a Espanha, e onde tenho verificado o paupérrimo estado da via, mesmo junto ao posto fronteiriço da ponte do Guadiana. É vergonhoso para Portugal, o cartão de visita apresentado logo aí, junto daquele indicador gigante de entrada em Portugal e neste caso, da região algarvia, que se diz, de turismo de excelência, “o petróleo do Algarve”, como já ouvi muitos políticos da nossa praça afirmá-lo, mas que mantêm esta situação à vários anos, pois aquela degradação, não é fruto duma situação recente, mas sim duma utilização continuada, ao qual não é feita manutenção.
Claro que, não é por 1/2 quilómetros de estrada nestas condições, que os turísticas, ao fim duma estadia por cá, se inibirão de classificar o Algarve de destino turístico de qualidade, resultado das excelentes condições naturais do Algarve, potenciadas com infra estruturas, cada vez mais desenvolvidas, para usufruto e lazer, mas penso que seria de bom tom, na entrada do nossa Região ter uma via de qualidade, imaculada por forma logo aí dar uma primeira boa impressão nesse sentido, o que não acontece agora, em contraste com as estradas que pisamos logo a seguir à ponte, do outro lado espanhol…
É que a primeira impressão marca, e por vezes não é preciso fazer muito para deixar os “outros” uma imagem inicial positiva do nosso País.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Combustível a escassear no Algarve

Produtos alimentares também começam a faltar

Devido à paralisação dos camionistas um pouco por todo o país, o combustível está a escassear nas estações de serviço. Esta terça-feira à noite, pelas 21:00 horas, já não havia gasóleo nas bombas em Loulé. À hora de jantar todas as estações de serviço em Loulé estavam a ser alvo de uma intensa procura, com filas permanentes, mas já sem gasóleo disponível. Hoje a situação é pior em Portimão, Lagos, Lagoa, Silves, e Vilamoura onde os depósitos secaram para todos os combustíveis. O cenário está a generalizar-se um pouco por todo o país. De acordo com o jornal Público a paralisação dos camionistas vai continuar, pelo que o país pode parar. Os camionistas dizem que o protesto vai continuar até que o Governo tome medidas concretas. O protesto dos camionistas tem objecto exactamente no aumento dos preços dos combustíveis, e entra esta quarta-feira no terceiro dia. Já fez uma vítima mortal em Torres Novas. E nalgumas regiões do país os camiões foram alvo de apedrejamentos e outros foram incendiados. Esta paralisação já está a ter influência também no abastecimento de combustíveis no Aeroporto de Lisboa. O aeroporto já suspendeu o abastecimento aos aviões que aterram. Estão igualmente a ser afectadas as entregas de bens alimentares de produtos frescos nos super mercados, essencialmente produtos hortofrutículas e peixe. Outra preocupação prende-se com os bombeiros que podem deixar de prestar socorro por falta de combustível. Quem alerta é a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), que, de acordo com a Lusa, pediu medidas urgentes ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira. A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) admite associar-se ao protesto dos camionistas. Em declarações à Lusa o presidente da CAP, João Machado, diz que os agricultores “reivindicam exactamente o mesmo que os camionistas, gasóleo profissional ao preço de Espanha”. Turismo afectado A Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT) salienta em comunicado que a falta de abastecimento de combustíveis “está a afectar a actividade turística, em particular os serviços de transferes e excursões”. A associação realça que “o impacto é especialmente notado no Algarve” e apela ao Governo, aos empresários do sector e às companhias abastecedoras “todo o diálogo e sensatez para que este problema seja rapidamente resolvido”.
E eu acrescento a este artigo, que à hora que edito este post, no concelho de Faro, que seja do meu conhecimento, já se encontra também esgotado o fornecimento de combustíveis nas bombas de gasolina do concelho. Nos supermercados e hipermercados de Faro já se nota a escassez de carne, legumes e fruta, o que vêm dar razão ao aviso que fizemos à alguma tempo atrás através do título "A Crise (dos combustíveis) que ai afundar o País", se bem que nunca pensando que chegasse tão depressa...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Sinais do Tempo. A Crise que vai afundar o País...

Postos algarvios recorrem ao velho "fiado" para sobreviver
mas 'onda espanhola' já chega a Tavira - 22.05.08


Com quase meio Algarve a ir já abastecer os carros a Espanha, só os cartões de frota e o regresso do velho "fiado" vão salvando os postos de combustível do Leste da região, onde já há despedimentos, noticia hoje a Lusa.
O apelo dos preços nos postos de Espanha - que chegam a menos 40 cêntimos por litro de gasolina do que em Portugal - vem chegando progressivamente às populações mais longínquas da fronteira e chegou nas últimas semanas a Tavira, a 30 quilómetros do Guadiana."Desde o princípio do mês que se está a notar de uma maneira brutal, aqui já é muito raro alguém encher o depósito", assegura uma empregada de um posto da Galp em Tavira, o único dos visitados pela Lusa onde não se recorre às vendas a crédito para sobreviver.A funcionária calcula que os últimos aumentos dos combustíveis deram uma "machadada" de 50 por cento nas vendas, pois "praticamente toda a gente de Tavira vai a Espanha". Na maioria, os tavirenses limitam-se ao estritamente necessário para chegar ao posto espanhol mais próximo, a mais de 30 quilómetros de distância, pelo que não gastam mais de cinco ou dez euros, sublinha. Muito mais próximo da fronteira, em Vila Real de Santo António, Miguel Salas, 38 anos, também da Galp, já teve vários clientes a pôr 50 cêntimos de combustível, o que deverá dar à justa para chegar ao posto da BP do outro lado do Guadiana, a cerca de seis quilómetros de distância por asfalto."Mas a maioria das vezes metem três, cinco euros, e dizem mesmo que é só para chegar a Espanha", acrescenta o dono da minúscula estação da Galp, garantindo que só não tem sofrido mais devido à boa localização do posto, logo no início da única via de acesso a Espanha, Alcoutim e A22.Ainda assim, Miguel Salas assevera que chega a ficar mais de meia hora à míngua de clientes e que o que lhe vai valendo é o crédito "a clientes certos" e o cartão "Galp Frota", que obriga muitas empresas a abastecer na gasolineira portuguesa."O problema do fiado é que o abastecedor exige o pagamento em quatro ou cinco dias e o crédito aos clientes é para o fim do mês, o que quer dizer que fico a arder com essas importâncias durante vários dias", afirma.Mais pessimista, o seu colega da BP da EN125 próximo da rotunda de Monte Gordo - alguns quilómetros mais afastado da fronteira -, Manuel Godinho, 52 anos, afirma que esse período pode chegar aos 60 dias, já que "a maior parte das vezes pagam no fim do mês e com cheques de data posterior".Afiança que a crise está instalada há alguns anos, mas a afluência "caiu ainda mais desde há umas semanas para cá"."Este posto chegou a fazer 7.000 contos [14 mil euros] por turno, mas hoje quando fazemos 1.500 euros já é muito", contabiliza, acrescentando que já dois colegas seus tiveram que ser dispensados.Isto apesar de, acrescenta, se tratar de um posto self-service de grande afluência, o que tem mais clientes na região. Só no Verão o número de carros cresce um pouco, "porque a gente que vai a Espanha é tanta que se esgotam lá os combustíveis". Num pequeno posto de uma marca espanhola, mas com preços bem portugueses, à beira-Guadiana - portanto com vista para a mesma Espanha que lhe rouba os lucros - Francisco Mateus, 71 anos, já só se arrepende de não ter vendido o negócio quando era rentável fazê-lo, no início do século."Só não fechei porque tenho aqui familiares empregados, que dependiam disto para viver", justifica o concessionário da Repsol de Vila Real de Santo António, logo ameaçando que "qualquer dia" abandona mesmo tudo.O que lhe vai valendo, afiança, são os "dez ou doze fiados". "Alguns fugiram e deixaram dívidas", lamenta.É a frota de algumas dezenas de veículos da câmara local, que gota a gota vão salvando Francisco Mateus da falência."Uma vez veio aqui um senhor de Faro, com a mala cheia de bidões para encher em Espanha. Mas como teve medo de lá não chegar veio cá primeiro abastecer cinco euros", relata, sublinhando que chega a passar uma hora sem que qualquer veículo pare na sua bomba, à beira da principal avenida da cidade fronteiriça. A Lusa ouviu vários presidentes de câmara do sotavento algarvio, que garantiram que as idas a Espanha estão generalizadas entre as populações daquela zona do Algarve."Aqui, ninguém abastece na bomba local", garante Francisco Amaral, presidente da Câmara de Alcoutim, vila situada a 40 quilómetros da bomba espanhola mais próxima por asfalto. Por outro lado, Macário Correia, presidente da Câmara de Tavira, garante que há "postos prestes a fechar" na cidade e que tal se deve à generalização das corridas a Espanha para encher o depósito, que considera "compreensível"."A minha mulher ainda há dias lá foi abastecer", exemplifica o autarca de Tavira.