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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Nova Variante de Faro concluída em 15 meses

As obras de requalificação da EN 125 já foram adjudicadas e têm um prazo limite de 48 meses. Variante Norte Faro está incluída no lote.

A construção da Variante Norte de Faro já tem data limite definida: 15 meses. A obra faz parte de um conjunto de requalificações da EN 125 que têm um custo de 399 milhões de euros que foram adjudicadas a um consórcio de cinco empresas (Edifer, Iridium, Dragados, Tecnovia e Conduril).

“Esta obra é fundamental para o desenvolvimento de Faro, que é conhecido por ter alguns problemas de acessibilidades. Por dia, passam por Faro cerca de 60 mil carros e esta obra vem descongestionar grande parte do fluxo dentro da cidade”, diz José Apolinário e lança um pedido às entidades que realizam as obras: “Sejam rápidos para que até ao Verão de 2011 os acessos estejam feitos”.

Segundo José Apolinário, a variante, a construir perto da rotunda da BP - sentido Faro-Olhão - entre outras valências, vai reduzir o tempo de chegada ao aeroporto da zona nascente da cidade para cerca de cinco minutos.
Estas obras vão englobar 14 concelhos do Algarve e abrangem 400 mil habitantes num lanço de 187 quilómetros (157,7 quilómetros de requalificação acrescidos de 29,5 quilómetros de nova construção). A data de conclusão das obras é de 48 meses.

O Governo estima que a sinistralidade seja reduzida em 35 por cento (em dez anos morreram 290 pessoas).
“É a primeira vez que a EN 125 será alvo de uma requalificação a sério, sem intervenções pontuais”, avança o primeiro-ministro José Sócrates na cerimónia que marcou o início das obras, esta tarde, em Faro.
O Algarve vai ter uma estrada mais bonita, com menos publicidade nas bermas. Naquela que é a região por excelência do turismo do País, temos de ter uma estrada que puxe o turismo e a economia, mas também que salve vidas”.


Caro engenheiro, em época de eleições, até lhe fica mal vir apregoar que a EN 125 vai ficar com menos publicidade nas bermas, devido a esta grande obra em benefício do Algarve... E já nem falo da jogada da apresentação da segunda fase da variante a Faro... Daqui a 15 meses falamos!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

FARO: Variante Norte depende de expropriação ou negociação

José Apolinário, fez um apelo público aós proprietários para “serem cooperantes com obra de grande importância para a cidade e Algarve”. Trabalhos vão começar em terrenos do município.

O Município de Faro reuniu hoje com o consórcio que irá executar as obras da variante Norte a Faro, tendo o plano de trabalhos sido apresentado.

Segundo o autarca, “foi pedida a colaboração da Câmara Municipal de Faro para contactar os proprietários para um entendimento por via privada e não por expropriação pública. Se os terrenos forem obtidos por via privada, as obras começarão mais cedo. Da parte do consórcio há condições para começar amanhã, mas tudo depende dos proprietários”.
As Estradas de Portugal vão, entretanto, “desencadear o lançamento da declaração de utilidade pública para poder intervir no caso de não haver entendimento com os proprietários dos terrenos”, salientou.

Obra começa em terrenos públicos
José Apolinário referiu ainda que a Câmara Municipal irá disponibilizar terrenos públicos para que "a obra possa começar tão cedo quanto possível nestes terrenos". A expectativa é que haja "condições para anunciar formalmente a data de início das obras no decorrer da próxima semana".
Os trabalhos estão orçamentados em 18 milhões de euros, e vão permitir a retirada de trânsito do centro da cidade (mais de 25 mil veículos por dia) e colocar a zona nascente da cidade (Bom João) a 10 minutos do Aeroporto.
Vão ainda ser alvo de requalificação os acessos na ligação a Olhão, à Via do Infante e ao Montenegro.

José Apolinário sublinhou a importância desta obra, considerando os condicionamentos da cidade em termos de acessibilidades. “Este é um processo que está em condições de avançar, quer em termos de avaliação de impacte ambiental, quer em termos de financiamento”, disse.
Este é o culminar de um longo processo administrativo e político, iniciado em 1999.

Recorde-se entretanto que a conclusão da variante até ao Rio Seco, que obrigará ao realinhamento da zona, devido ao leito de cheia, permitirá descongestionar o trafégo em cerca de 60 a 70 mil viaturas que entram em Faro diariamente, muitas delas rumo a outras direcções.
A obra será complementada com a evolução da 3.ª Circular, que fará a ligação entre as Pontes de Marchil, Lejana, Vale da Amoreira, Penha e a rotunda da Avenida Cidade de Hayward, interceptando a norte do complexo desportivo a variante a Faro.
Prevê-se ainda a implantação de um Sistema de Controlo e Gestão Dinâmica de Tráfego – de forma a regular automaticamente a semaforização em função dos volumes de tráfego, limitando as velocidades e minimizando os tempos de espera dos veículos entre o nó de São João da Venda e Faro e entre Faro e Olhão.

Rui Sousa, engenheiro responsável pelo consórcio, manifestou a disponibilização para o recomeço das obras da variante, que já tem um torço executado, pretendendo-se que estas tenham início a curto prazo, "ainda no decurso deste final de Agosto ou início de Setembro", referiu.

Parece-me no mínimo estranho a questão da construção da 2ª fase da variante a Faro, que é referida por José Apolinário ínumeras vezes em debates e apresentações públicas. Esta situação, que ainda não teve ínício no terreno apesar de já estar atrasada nos prazos estabelecidos, têm agora previsto o começo de obras ainda em Agosto, ou, o mais tardar em Setembro, quando na verdade, ainda ninguém formalizou contactos com os proprietários dos terrenos por onde esta estrada vai passar... Ou seja, ou a CMF têm uma grande área de terrenos públicos onde a estrada irá passar, ou então, me parece os trabalhos iniciar-se-ão dispersamente e em fraca intensidade, com o objectivo puro e simples de se iniciar algo, como arma de arremesso eleitoral, quando sabemos que as Autárquicas terão o dia D a 11 de Outubro, poucas semanas depois desse facto...
Estarei errado?

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Um "Stop" bem escondido...

Algures entre Faro e Loulé...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Vale tudo em tempo de eleições??

Quem conhece razoavelmente bem o concelho farense, rapidamente chegará à conclusão que o sítio que vos apresento, se situa na rua principal do Patacão, junto à zona das bombas de gasolina... Se o concelho já estava inundado de cartazes e mais cartazes de propaganda eleitoral, talvez uma afronta aos munícipes que não vêm obra feita, com a desculpa das dificuldades financeiras da câmara, ainda que os cartazes que se colocam sejam da responsabilidade dos partidos, pergunto eu agora, que regulamentação existe para a colocação dos mesmos? Nada me move contra José Vitorino, mas este, como foi o último lançar-se nesta "guerra", com poucas alternativas para os seus queridos cartazes, até os coloca à frente de sinais de trânsito e placas sinalizadoras... É caso para dizer que em tempo de eleições, vale mesmo tudo....

Mas isto não acaba por aqui, se tiver disponibilidade, apresentarvos-ei novos casos de infracções deste género, na ganância de colocar o seu cartaz em sítios de boa visibilidade...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Faro é excelência?!

Noutros tempos era o lema do actual vereador independente da Câmara de Faro, José Vitorino, quando este conduziu os destinos do concelho entre 2001 e 2005. Não que este tivesse feito um trabalho, na globalidade louvável, nessa vertente, mas causou-me tristeza quando nesta semana passei, e olhei com outros olhos para a rotunda situada nas traseiras do Fórum Algarve, na estrada que liga o Mar e Guerra à Avenida Calouste Gulbenkian, na zona da Lejana. Esta que é uma das entradas da capital algarvia têm uma rotunda onde o mato e ervas daninhas têm crescido abundantemente, sinal do desleixo dos Serviços Municipalizados que não tratam daquele espaço à vários meses, isto no interior da cidade... Por isso me pergunto: Está capital é Excelência?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Nova E.N. 125 - Projecto para mudar o Algarve...

Lance de estrada que ligará a zona do Escuro (Faro) ao Rio Seco, projecto integrado no consórcio Algarve LitoralFoi apresentado no dia de ontem, com pompa e circunstância, o novo contrato de concessão para requalificação e manutenção da EN 125, a famosa "Avenida do Algarve" que no presente, está na sua globalidade degradada e desajustada à realidade económica e viária que a região algarvia carece. Ontem, no Teatro Municipal de Faro, o primeiro ministro José Sócrates e Mário Lino, ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, apontaram o projecto como dinamizador da economia algarvia e catalisador de 7.000 postos de trabalho, conjugando ainda o facto de oferecer maior segurança para os seus utilizadores.
Estou certo de que esta intervenção era precisa à mais tempo, e apesar de não me agradar todo este circo montado acerca do início das obras, vejo nele uma medida acertada. Contudo há dois reparos que não posso deixar passar em claro:

  • Estarei atento à qualidade e métodos envolvidos pela empresa vencedora do concurso, que como se sabe o venceu com um largo benefício económico para o Estado, em relação às outras propostas sobre a mesa. Um tão grande diferencial de preços não é obra do acaso... Mas aguardemos. Para já dou-lhes o benefício da dúvida.
  • Por outro lado, não me sai da cabeça, que logo que a requalificação esteja terminada, o passo mais lógico seja a colocação de Portagens na única Auto Estrada que cobre na globalidade a região, a Via Infante Sagres. Tal situação, terá claros prejuízos para o Algarve, pois entupirá ainda mais a EN125, que mesmo melhorada não dará melhores condições do que agora, se tal situação acontecer... Espero estar enganado, mas esta decisão da colocação de portagens é uma situação mais que certa, mas adiada no tempo, por forma a não criar grandes ondas no contentamento da população...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Macário promete estradas novas para Faro

O candidato do PSD à câmara de Faro, Macário Correia, prometeu à agência Lusa requalificar as quatro estradas de acesso à capital do Algarve.

Em declarações à Lusa, Macário Correia afirmou que "Faro recebe os seus visitantes, essencialmente por quatro portas (Patacão, Rio Seco, Chelote e Penha)" e essas "entradas revelam anos de abandono, de desleixo, de ausência de planificação e de determinação".
"A primeira tem alguns arranjos positivos, ainda que incompletos e carentes de uma qualidade mais cuidada. As outras três são muito pobres e com um aspecto confrangedor para quem recebe milhares de pessoas por dia e dá assim sinais de pouca consideração por elas", afirmou o candidato social-democrata.
O ainda presidente da câmara de Tavira garante que "é possível fazer melhor e até gastar pouco dinheiro público" e defende que "a solução passa por lançar rapidamente concursos de ideias, com vista à requalificação global das entradas".
"No seguimento das próximas eleições autárquicas, este processo será prioritário", prometeu Macário Correia, para quem "a execução das obras preconizadas nesses projectos podem, em boa parte, ser apoiadas em donativos privados de empresas que gostem de se associar a imagens agradáveis e positivas".
O candidato social-democrata, que vai concorrer contra o actual presidente, o socialista José Apolinário, pretende assim "a remoção da excessiva quantidade de painéis", a "limpeza de muros", a "criação de espaços verdes ordenados", de "bermas cuidadas" e a criação de uma "nova solução para a fluidez viária de Vale de Amoreira/Nacional 2".
A "Retirada de construções abarracadas" ou a "requalificação de sinalética informativa e direccional" são outros dos objectivos da requalificação dos acessos a Faro preconizada por Macário Correia, informa o despacho da agência noticiosa.
"O dinheiro público não abunda, mas as cedências e compensações urbanísticas dos loteamentos confinantes, que deste modo saem valorizados, e os donativos atrás referidos são grande parte da solução", concluiu.

Ideias têm Macário, mas como todos os políticos da nossa praça, só acredito quando ver a obra feita. De facto as entradas da cidade citadas no artigo, à excepção do Patacão, são vergonhosas e indignas duma capital de distrito, juntando também a essas a entrada da Lejana. Arrisco me a dizer que a maior parte das cidades algarvias têm um conjunto de entradas nos seus núcleos, com melhores condições, mas Faro, a capital, continua parada no tempo...

terça-feira, 10 de março de 2009

A Força dos Blogues

Foi ontem manchete no "suplemento Algarve" do Correio da Manhã, a situação calamitosa, que se arrasta à largos meses junto à Escola Primária de Mar e Guerra, freguesia de S. Pedro, nos arredores de Faro, devido a um buraco de enormes dimensões, que acaba por cortar uma passadeira e colocar em causa a integridade física das crianças que passam naquele local. Tal situação foi dada a conhecer ao grande público pelo blogue farense "A Defesa de Faro", do qual sou leitor assíduo, suscitando logo inúmeros comentários depreciativos face à situação. Passados poucos dias, o Correio da Manhã, não se fez rogado e aproveitou a situação levantada pelo blogue para lançar o debate em pleno jornal nacional, chamando a intervir o próprio vereador municipal envolvido na obra, Dr. Augusto Miranda. A verdade, é que nos dias de hoje, os blogues são uma das maiores armas contra a fraco desempenho dos nossos políticos, que, ano após ano nos vão desiludindo com promessas adiadas, que depois se transformam em cartazes perdidos por esta cidade a reivindicar obra feita, quando o comum munícipe conta pelos dedos os projectos prometidos e concluídos neste mandato. E isto não se aplica só à actual gestão camarária, mas a todas as anteriores... Estranho como a Comunicação Social Nacional, precisa que os blogues "levantem a lebre", para que eles possam denunciar uma situação que estava à vista de todos...

Também eu, no passado sábado pude testemunhar, o que me havia já chegado aos ouvidos, relativamente a um post que coloquei aqui, acerca da zona do depósito da água e da estrada que liga a EN2 à zona do Centro de Saúde. Perante os factos que levantei, curiosamente ou talvez não, a CMF colocou estrategicamente à entrada do troço em terra, um cartaz a explicar que o caminho é em terreno privado... Não que isto me venha resolver a mim, e às largas centenas de utilizadores o transtorno, mas em ano de eleições, todas as justificações são preciosas...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

No Rio Seco (Faro) afinal há água em demasia...

As imagens que abaixo vos apresento foram captadas na manhã de domingo no Sítio do Rio Seco, mais concretamente no ínicio da estrada que liga esta localidade a Pechão. Sempre que chove, a água aglomera-se durante vários dias em grande quantidade naquela zona, na proximidade duma curva perigosa, dificultando a circulação naquele local e aumentado consideravelmente o risco dum acidente nesse sítio. Acredito que o Executivo Municipal sabe desta situação à largos anos e tencionará fazer algo... Acredito...



terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Estará Faro no século XXI?

Às vezes interrogo-me se Faro já terá entrado no Séc. XXI... Não vou ocupar hoje o vosso tempo falando-vos das intermináveis obras de esgotos que estão inacabas por grande parte das estradas do Concelho, e que "à pala" dos arranjos de circunstância têm deixados muitos condutores com jantes "quadradas"... Hoje permitam-me abordar uma das coisas mais absurdas e aberrantes, para o qual não consigo encontrar explicação(ou até consiga...), que podemos observar no interior da cidade de Faro, no que concerne a estradas. Situemo-nos na zona do "depósito da água", junto à Escola E B 2,3 José Neves Júnior, naquela pseudo-estrada que liga a zona do depósito até à E.N.2, junto ao "Café Alaska". Pois bem, desde os meus tempos de escola na Pinheiro e Rosa, que me interrogava como era possível que esse atalho à Avenida Calouste Gulbenkian, utilizado diariamente por centenas de automobilistas estivesse sem um pingo de alcatrão, porventura esquecida pelos homens fortes na nossa política local, isto porque talvez naquela zona os moradores fossem pessoas com poucas posses ou mesmo pessoas de etnia cigana que moram lá mais do outro lado... Quase dez anos se passaram e à pouco tempo foi com agrado que apreciei as obras que estão a ser feitas no local, tanto a nível de infra estruturas para crianças como na própria estrada que foi em parte alcatroada. Mas, ironia das ironias, deixaram parte desse trajecto por alcatroar, como que fazendo distinção de moradores, ou de interesses... São uns 100 metros apenas que ficaram por corrigir, e que em tempos de chuva como agora, deixam esse caminho com crateras que assustam qualquer condutor. Das duas uma, se a obra da estrada e infra estruturas anexas foi suportada por algum Privado, o que julgo não ter sido, o que espera a CMF para de uma vez por todas alcatroar, ou mesmo em ultimo caso, por brita naquele local resolvendo uma situação que se arrasta à anos mas já devia estar mais que tratada? E se aquela obra é mesmo da responsabilidade da CMF, que "brincadeira" é aquela que estão fazer com os moradores e utilizadores, deixando do lado junto às empresas um piso invejável e do outro as imagens que anexamos?

(Actualizado, 21.51 de 21/01/2008) - Recebemos um comentário que nos alerta para o facto deste atalho estar em terreno clandestino, e por isso a CMF não ter intervenção directa na manutenção ou constução sobre o mesmo. Contudo, acreditamos que é do interesse público o desenbaraçamento desta situação que nada prestigia a cidade e lamentamos o facto desta não estar resolvida, pois justifca de facto a intervenção a bem de todos os Municipes. Assim haja vontade.

sábado, 13 de dezembro de 2008

FARO: Orçamento “olha” para metro de superfície

Um estudo de viabilidade para um metro de superfície com ligação a Olhão e Loulé e cinco novos parques de estacionamento são algumas das propostas do orçamento do Município de Faro para 2009.

A proposta, hoje apresentado aos jornalistas e que será analisada em Assembleia Municipal a 19 de Dezembro, salienta como "grande projecto de futuro" da cidade a implementação de um metro de superfície entre Faro e Loulé.
Em 2009, a Câmara de Faro prevê também dar início ao processo que levará à construção de cinco novos parques de estacionamento, com capacidade para entre 200 a 250 viaturas cada, com recurso a parcerias público-privadas.
As Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2009 contemplam verbas na ordem dos 78 milhões de euros, estando a prioridade da autarquia centrada nas áreas escolar, social e da mobilidade, trânsito e estacionamento.
O estudo de viabilidade do metro de superfície deverá arrancar em 2009 e inclui a avaliação custo/benefício e económico-financeira do projecto, que José Apolinário considera “viável a 10 anos”.
"Pensamos ser possível fazer o estudo com 50 mil euros", disse em conferência de imprensa o presidente da Câmara de Faro, José Apolinário, precisando que há uma verba de 400 mil euros para projectos e estudos.
Segundo o autarca, o avanço do projecto do metro - cuja linha teria nove estações, ligando a Pontinha, na baixa da cidade, ao Parque das Cidades, junto a Loulé -, só será possível em articulação com a requalificação da linha ferroviária do Algarve.
O projecto é inspirado no modelo "train-tram", que já existe em cidades europeias como Estrasburgo e Bordéus e representa uma solução para a ligação entre as cidades de Olhão, Faro e Loulé, prevendo-se interfaces com comboios.
Um plano preliminar prevê a linha do metro de superfície com origem na Pontinha, passando depois no Bom João, Penha, Senhora da Saúde (zona do Fórum Algarve), estação de comboios de Faro, Montenegro, aeroporto, até chegar ao Parque das Cidades.

Mais lugares para estacionar
Os cinco novos parques de estacionamento - cuja construção deverá ser feita em subterrâneo ou edifício-silo -, deverão ficar implantados na baixa da cidade, frente ao Hotel Faro, Bom João, Avenida 5 de Outubro, Penha e junto à escola Afonso III.
Em 2009, a autarquia prevê concluir os projectos-base para depois os apresentar em Assembleia Municipal para se poder avançar com uma proposta de parceria público-privada para a construção e eventual exploração.
A entrada em funcionamento dos cinco novos parques representa que até ao final de 2011 haja mais 1.200 lugares de estacionamento subterrâneo na cidade, frisou José Apolinário.
Com obras em curso estão os parques das Mouras Velhas - com 220 lugares e que aguarda parecer arqueológico das autoridades competentes na matéria -, e junto às Piscinas Municipais, com 175 lugares.
No total, sem contar com os novos parques, haverá cerca de 600 novos lugares de estacionamento de superfície na cidade, decorrentes da conclusão destas obras e de alguns trabalhos de reorganização do estacionamento.

Na área da mobilidade, José Apolinário sublinhou ainda a importância da conclusão da segunda fase da variante de acesso a Faro e a ligação da cidade à Via Infante.
Nas Grandes Opções do Plano para 2009 está também prevista a continuação da recuperação da antiga Fábrica da Cerveja, para onde está prevista a construção de um Museu de Arte Contemporânea.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Rotunda da Conceição finalmente no bom caminho...

Depois de vários meses, em que as obras naquela zona estiveram paradas, ou avançando a passo de caracol, isto depois de numa fase posterior se ter alargado as bermas e se ter "aberto" a estrada para melhoramento da rede de esgotos, é com um suspiro de alívio que olhamos para a obra executada naquele que foi um cruzamento perigoso e entupidor do trâsito no sentido Conceição de Faro-Faro, agora alterado para uma rotunda, que embora ainda na fase de finalização, já permite um melhor fluxo de trânsito no local.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

A primeira impressão

Dizia-me um dos meus primeiros “chefes” que tive, que a primeira impressão que as pessoas nos deixam quando as conhecemos, é sempre aquela que marca, e que apagá-la da nossa memória, só é possível, se a vivência continuada entre nós nos mostrar verdadeiramente, que estávamos errados nessa análise inicial, catalogadora da personalidade da pessoa e da sua maneira de estar na sociedade…
Desta forma, podemos adaptar também este pensamento à realidade do nosso País nas mais variadas vertentes.
Isto a propósito, de algumas viagens que tenho feito ultimamente a Espanha, e onde tenho verificado o paupérrimo estado da via, mesmo junto ao posto fronteiriço da ponte do Guadiana. É vergonhoso para Portugal, o cartão de visita apresentado logo aí, junto daquele indicador gigante de entrada em Portugal e neste caso, da região algarvia, que se diz, de turismo de excelência, “o petróleo do Algarve”, como já ouvi muitos políticos da nossa praça afirmá-lo, mas que mantêm esta situação à vários anos, pois aquela degradação, não é fruto duma situação recente, mas sim duma utilização continuada, ao qual não é feita manutenção.
Claro que, não é por 1/2 quilómetros de estrada nestas condições, que os turísticas, ao fim duma estadia por cá, se inibirão de classificar o Algarve de destino turístico de qualidade, resultado das excelentes condições naturais do Algarve, potenciadas com infra estruturas, cada vez mais desenvolvidas, para usufruto e lazer, mas penso que seria de bom tom, na entrada do nossa Região ter uma via de qualidade, imaculada por forma logo aí dar uma primeira boa impressão nesse sentido, o que não acontece agora, em contraste com as estradas que pisamos logo a seguir à ponte, do outro lado espanhol…
É que a primeira impressão marca, e por vezes não é preciso fazer muito para deixar os “outros” uma imagem inicial positiva do nosso País.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Pelo concelho de Faro...

Saliento o bom trabalho que o actual executivo tem estado a efectuar a pouco e pouco, visando o melhoramento das estradas na zona da Galvana, Torre Natal e Conceição de Faro, verificada nos últimos meses. Contudo há situações que não lembram a ninguém e fazem-nos pensar se algumas das obras que são executadas são pensadas duma forma correcta. Senão vejamos: Nas ultimas semanas a CMF efectuou obras de beneficiação e pavimentou a estrada que liga a Conceição de Faro ao Poço da Galvana, estrada que se encontrava num estado lastimoso à alguns anos. Tal estado deve-se em muito, à facilidade com que fica alagada e com correntes de água quando chove consideravelmente durante um dia, porque a estrada na sua extensão é quase sempre ladeada por muros que impedem o escoamento da mesma, criando um efeito "tanque". Pois bem o piso foi recolocado, deixando uma autêntica "pista" para os utilizadores habituais da mesma, mas em vez de se precaver a situação das cheias, ignorou-se essa vertente e nem umas valetas ou bermas para escoamento das águas foram criadas, por forma a que este novo piso se degrade mais dificilmente. Depois quando há cheias na nossa cidade ou mesmo nas zonas limítrofes das mesma todos de lamentam e fazem visitas carregadas de simbolismo e sentimento de consternação, mas com estas situações de pouco ou nada se aprende e se acautela o futuro, pois continua-se a cair no mesmo erro, sinal dum claro desleixo pelas populações e falta de capacidade para prevenir os problemas.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Um aparte no Futebol para olhar por Faro....

Poderia abordar mais uma vez "os porquês" das cheias que hoje assistimos pelas artérias farenses, situação que acontece frequentemente após (apenas) um dia de chuva, mas a razão desta crónica é outra. Na realidade há coisas que continuamos a não entender por estas bandas, mas até já estamos habituados. Certamente muitos leitores do blog, são utilizadores assíduos da estrada que liga o Rio Seco ao Patacão. Se bem se lembram, antes de se iniciarem as obras para a construção duma rotunda no cruzamento entre esta mesma estrada e a estrada que liga a Conceição de Faro e o Bairro da Penha, foi colocado um cartaz informativo da obra. Passado algum tempo, muitos esfregámos as mão pois parecia que a obra iria avançar, resultado do alargamento das bermas naquela zona, onde serpentevam máquinas e onde os trabalhadores, afincadamente pareciam desenvolver um trabalho que brevemente iria dar lugar a uma rotunda, muito útil para escoamento do trânsito naquele local. Foram até colocadas umas baias circundando o local....
Contudo, tudo isto se desvaneceu, e a rapidez com que os trabalhadores iniciaram a obra, foi a mesma com que a abandonaram, à talvez mais de um mês deixando mais uma vez um trabalho que seria muito importante a meio.

Valeria a pena tê-lo começado, nestas circunstancias?