sexta-feira, 4 de abril de 2008

Algarve, Região de Turismo de Excelência resume Saúde Pública a dois Hospitais

"Urgência do Hospital do Barlavento continua "entupida" com afluência invulgar de pessoas
- 03.04.08

O presidente do conselho de administração do Hospital do Barlavento, em Portimão, justificou hoje o "entupimento" do Serviço de Urgência (SU) com a invulgar afluência de pessoas que ali se dirigem com pequenas patologias.
Desde segunda-feira que o Serviço de Urgência tem estado "entupido", com doentes a permanecerem nas macas e em cadeiras de rodas, nos corredores, enquanto aguardam vagas para o internamento, não dispondo o serviço de condições físicas para acolher mais pacientes.
Segundo Luís Batalau, a situação "hoje está mais desanuviada", mas o serviço de urgência "continua a atender, em média, cerca de 200 pacientes por dia, pessoas que apresentam pequenas patologias, como simples dores de garganta ou febre"."São situações que não apresentam gravidade e que provocam atrasos no atendimento e o consequente entupimento do serviço", observou o clínico.O presidente do conselho de administração do Hospital do Barlavento Algarvio, referiu ainda que para melhorar o internamento, seria necessário "resolver os vinte casos sociais que estão devidamente sinalizados de pessoas idosas que estão a ocupar camas, após terem recebido alta médica"."São pessoas rejeitadas pelas famílias e cuja situação o hospital não consegue resolver", referiu Luís Batalau.Lusa
Colocado pr: Manuel Luís"
Fonte: Algarve Press

Ao ler este artigo, pergunto a vocês leitores, qual o sentimento que vos invade? Sim o sentimento? De indignação por certo… Por muitas “desculpas” que os administradores da unidades hospitalares nos enumerem, sustentando esta situação à base de decisões irresponsáveis dos utentes, ao ir logo ao hospital perante sintomas de leve/média importância, ou mesmo de idosos rejeitados pelas famílias, é absolutamente insuficiente para a região Algarvia, ter apenas dois hospitais dignos desse nome a funcionar. Para além disso as “desculpas” apresentadas por este administrador, põem a nu, as deficiências do País na Área da Saúde, onde os SAP, durante 12 horas por dia (no caso de Faro), estão encerrados, obrigando os utentes a se deslocarem ao único sítio que as pode socorrer em horas de aflição. Ou seja o Estado, acusa os utentes do entupimento dos Serviços, quando tal situação é criada por Si mesmo ao não ter em funcionamento uma estrutura forte que salvaguarde os hospitais destas situações. Quanto à questão dos idosos, é também inadmissível, que o Estado, na vertente social não tenha camas suficientes para albergar idosos e outros, que por uma razão ou outra, não tem para onde ir após momentos tão delicados da sua vida, deixando dessa forma vagas para novos doentes que necessitam de cuidados urgentes.

Mas voltando à situação actual, e ao que ao Algarve diz respeito, se isto é assim em Abril, perguntamos nós como será em Julho/Agosto? Sim, meus amigos, se em Abril o Hospital de Faro e Portimão estão sobrelotados, como será em Agosto quanto a população do Algarve sobe para mais de um milhão de pessoas? É realmente lastimável a situação e sem exagero, acho que o Algarve não precisa de um Hospital, mas sim de dois Hospitais novos, pois no meu entender a Saúde está acima de tudo, e nenhum de nós quer imaginar a situação que se pode ver jogado num destes dias, perante um serviço tão deficiente, mas sem nunca menosprezar todos os que trabalham lá, mas que não têm as mínimas condições para desenvolver as suas tarefas com o rigor e celeridade desejáveis.

Antevisão Jornada 24 >> Farense - Faro e Benfica

Na tarde de amanhã o Estádio Algarve recebe com todo o brilho o grande derby da cidade de Faro. Jogo que merece de todos nós, a presença e alegria dignas de um duelo histórico entre as duas maiores colectividades desportivas do Concelho, futebolisticamente falando. Acredito que o jogo de amanhã será uma festa do futebol e prestigiará mais uma vez a cidade de Faro, porque estaremos perante duas equipas com caras bem conhecidas da Nossa Cidade, que nalguns casos até tratamos por “Tu” no dia-a-dia e embora a rivalidade exista, será com todo o fair play que digerirei qualquer resultado menos positivo do Farense, desde que seja conquistado com mérito por parte do Faro e Benfica.

Mas deixando de lado esta vertente da partida, estaremos perante duas equipas com olhos na vitória. O Farense terá decerto uma responsabilidade muito maior, na sequencia dos dois últimos desaires desta semana, no qual se viu afastado da Taça do Algarve e viu também os seus perseguidores ganhar nova vida após a derrota dos Leões de Faro em Castro Marim. Nos últimos 5 jogos do Farense para o campeonato, em 15 possíveis o Farense averbou 11 pontos enquanto o Faro e Benfica nesse mesmo período de tempo obteve apenas 5 pontos. Assim e tendo em conta os seus objectivos, ambas necessitam de pontos, um para manter ou mesmo aumentar a distância pontual para o segundo classificado, enquanto o Faro e Benfica, com 28 pontos conquistados está bem encaminhado para garantir a manutenção, mas para estar mais tranquilo deverá amealhar mais uns 3 ou 4 pontos para atingir o objectivo, pelo que, nesta recta final todos os jogos são importantes para alcançar o mais rápido possível essa meta, e claro seria “ouro sobre azul” conseguir esses pontos no Estádio Algarve, actual catedral do futebol algarvio.

FARENSE - FARO E BENFICA
Estádio Algarve (Parque das Cidades)
(05.04.2008 16h00)
Arbitro: José Lamy

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Tudo parado?

Para ler com atenção este artigo do Blog "A Defesa de Faro", o qual põe o dedo na ferida quanto ao impasse que reina no SC Farense...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Crise de golos e de inspiração afasta Farense da Taça

Na tarde/noite desta quarta feira o Farense teve mais uma longínqua deslocação pelo nosso Algarve para visitar Alvor em mais uma eliminatória da Taça do Algarve, num jogo muito aguardado e que se revelou decepcionante para as cores de Faro.
O jogo iniciou-se ainda de dia com uma leve aragem marítima, proporcionando ainda assim um belo cenário aos visitantes do Campo da Restinga, que mesmo numa quarta feira de trabalho, tinha mais talvez mais farenses que alvorenses a ver o jogo… Das 150 pessoas que estavam, pelos menos umas 70/80 eram adeptos farenses, que num sinal de clara confiança e união venceram as barreiras duma longa deslocação ao fim dum dia de labuta para apoiar o Farense nesta importante frente.

A partida iniciava-se então sob uma toada morna, em que as equipas se estudavam mutuamente, a ritmo lento e algo confuso e m resultado de muitos passes falhados que acabavam por não dar a entender ao espectador, da equipa que quereria assumir as rédeas da partida. Jogava essencialmente a meio campo, e os guarda redes embora tendo trabalho na reposição de algumas bolas em jogo, nenhuma defesa haviam efectuado até à meia hora de jogo, em consequência deste futebol desgarrado, onde apenas o Alvorense numa ocasião tinha tido uma oportunidade em que a bola rasou o poste esquerdo de Virgolino numa iniciativa pela direita. Percebia-se que as equipas aguardavam um eventual erro para lançar contra ataques rápidos e Os lances perigosos do farense acabavam também por acontecer nesta fase de jogo em virtude das muitas faltas que os homens de Alvor faziam, proporcionando aos Leões de Faro alguns cruzamentos para área e que iam dando a ideia de que o jogo se poderia decidir em jogadas de bola parada, se bem que ainda um pouco longes da baliza.
Na verdade, nesta primeira parte o futebol acabava mesmo por deixar um pouco a desejar, com o Farense a terminar um pouquinho melhor que o Alvorense, mas nunca justificando vantagem, que até poderia ter acontecido ao cair do pano numa incursão de Caras pela esquerda, remate defendido pelo guardião contrário.

Na segunda parte, o jogo iniciava-se ainda na mesma toada, mas um condicionalismo de ordem física do “azarado”Hernâni, obrigava Portela a mexer prematuramente na equipa, queimando uma substituição que porventura se revelaria importante com o decorrer do jogo. Sem jogar bem, começamos a perceber a partir do meio da segunda parte, que o Farense quereria mesmo resolver o jogo antes de chegar aos penaltis, jogando um futebol mais incisivo, mas com pouca imaginação e criatividade, privilegiando um futebol directo que desgastava o adversário, mas que não era cativante para o espectador. Jorge Portela, ainda impossibilitado de dirigir a equipa, devido à expulsão contra o Ferreiras, apostava então tudo nesse tipo de futebol e no ultimo quarto de hora colocava Bruno em campo, colocando então 4 homens em cunha no ataque, obrigando a equipa de Alvor a defender mais atrás e a se esticar mais quando fazia algumas investidas, que poderiam até ter causado alguns dissabores a Virgolino que foi surpreendido com 3 ou 4 remates perigosos. Contudo percebia-se que o Farense queria decidir a eliminatória e poderia ter mesmo decidido a mesma pois Edinho, Rui Loja ou Barão dispuseram de oportunidades para decidir a partida, situação a acontecer não escandalizaria ninguém pois o Farense mesmo sem jogar bem, era a melhor equipa em campo e a mais perigosa. Com o finalizar da partida, tudo se decidiria nos penaltis, onde o Farense iniciou primeiro a marcação dos mesmos com Edinho a fazer a golo e a deixar logo uma esperança renovada na passagem à próxima fase, mas que seria gorada após a infelicidade de Barão e Paulinho na cobrança dos mesmos.

Gostava só de deixar uma questão no ar, e que várias vezes me questionei durante a segunda parte, percebendo que o Farense estava em claro défice de criatividade e imaginação no seu jogo: tendo Brasa no banco, e jogando-se um jogo decisivo desta natureza, não seria lógico coloca-lo em campo, nem que fosse para jogar 20 minutos? Acredito que a substituição de Hernâni tenha diminuindo as opções de Portela, mas deixar um elemento como Brasa de fora a partida inteira, num jogo que se estava a revelar difícil, não terá sido uma situação questionável??? Porque se não estava na intenção de Portela por o Brasa a jogar quando estava empatado e a necessitar de fazer algo, então mais valia nem pô-lo no banco, acredito eu…


Ficha de Jogo: Estádio da Restinga (Alvor),
20 horas, 02/04/2008
Assistência: 150 espectadores
ALVORENSE 0-0 FARENSE (4-3 g.p.)

Penaltys: Edinho (1) Golo; Barão (2) Defesa; Rui Loja (3) Golo; Bruno (4) Golo; Paulinho (5) Defesa

Farense: Virgolino; Amilcar, Hernâni (Wilson 52 mn), Sousa, Caras; Márcio, Ferrari(Barão 84mn), Andrezinho (Bruno 78mn), Paulinho, Rui Loja, Edinho. Treinador: Jorge Portela (Pedro Benje)

terça-feira, 1 de abril de 2008

O empate do nosso Farense em Juniores até deu na TV!

Vejam o vídeo em: http://videos.sapo.pt/KeMv7lWw9I9PH72GiAE4

Taça do Algarve, 1/4 Final - Antevisão Alvorense - Farense

Joga-se nesta quarta-feira dia 2, os quartos de final da Taça do Algarve, competição onde o Farense chega a esta adiantada fase com aspirações legitimas à vitória final. Depois de já ter ultrapassado Serrano por 3-0 (casa), Odeceixense 0-4 (fora) e Ferreiras por 2-1 (casa), o Farense desloca-se a Alvor para reencontrar a equipa local, a qual já a bateu nesta época na Restinga por 2-3. O Alvorense chega a esta ronda após ter disputado apenas 2 jogos, nos quais bateu fora Culatrense por 1-3 e Salgados por 0-1, tendo ficado isenta na ronda passada. Jogo que promete muita emoção, até porque as duas equipas gostam de jogar futebol e procurar o golo, num bom relvado para a prática desportiva. Salientar também que ambas as equipas vêm de desaires na última jornada, pelo que será mais um factor de interesse ver como se irão apresentar nesta partida decisiva.

Alvorense - Farense
Estádio da Restinga (Alvor)
(02.04.2008 20h00)
Arbitro: Eugénio Arez

Dia de aniversário têm prenda inesperada...

Vejam só esta notícia fantástica... AHAHAH!!!