segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Chamem a Polícia...

No passado sábado à noite desloquei-me à zona de Portimão para assistir a uma série de concertos inseridos na Semana da Juventude da Mexilhoeira Grande, evento organizado pela Comissão de Jovens local, mas com o forte suporte da Junta de Freguesia e da Autarquia Portimonense. Sem dúvida, uma iniciativa interessante, mas permita-me "desabafar" com o leitor uma situação que me supreendeu, ainda para mais no contexto em que a noite se inseria e também no momento actual de insegurança que alastra pelo País. Pois bem, com um cartaz "pesado" a noite de sábado era de facto sinónimo de muita agitação no recinto, com nomes como os de MindLock ou Kalashnikov a fazerem toda a gente mexer e consumir tudo o que de mau (ou bom) podem imaginar, traduzindo-se isso em alguns excessos... Nada a que não estejamos habituado neste tipo de eventos, agora o que não podemos encobrir é a ausência total de agentes de Autoridade, quer no recinto, quer nas imediações, não havendo por isso qualquer tipo de revista a possíveis objectos de contundência que alguém se lembrasse de levar consigo... Ainda para mais quando o evento tinha o forte suporte das Entidades Locais, não se entende este acto negligente, que caso tivesse originado algum amargo de boca, seria abafado pela Organização e Entidades, para se tomar depois as previdências após o caldo já estar entornado... Nada a que não estejamos habituados, mas que têm que ser corrigido!

O Fim de Semana Desportivo em Análise - Época 2008/2009

Em mais um fim-de-semana de futebol, começamos pela equipa Júnior do SC Farense, que ainda dá os primeiros passos no regresso ao convívio dos melhores do escalão. Na deslocação ao Estoril acabaram por sair derrotados por 3-1, mas pelas crónicas lidas percebemos que o Farense acabou por não ter a sorte desejada no decorrer da partida. Na próxima jornada, o Farense receberá no S. Luís a equipa do Atlético, jogo que será importante para se perceber quais as reais capacidades do grupo orientado por Miguel Serôdio.

Na Terceira Divisão Nacional, destaque para o Farense que logrou conseguir a sua primeira vitória na prova, na deslocação ao Municipal 25 de Abril em Castro Verde. Sem jogar bem, a equipa agora treinada por Ivo Soares teve a sorte do jogo pelo seu lado, garantindo a vantagem na ultima jogada do encontro. Nos outros encontros, realçamos também a campanha do Quarteirense, que com um plantel muito semelhante ao da época passada, regista já duas vitórias em outras tantas partidas, sendo a "vitima" na tarde de ontem o Messinense, que foi goleado em casa pelos "homens do mar" por 1-4. Por seu turno, o Louletano continua também invicto, tendo batido no Estádio Algarve, a equipa do Pescadores por 2-1, prevendo-se um grande jogo na próxima jornada em Quarteira, quando as duas equipas do concelho, Quarteirense e Louletano se defrontarem. Ainda por Loulé, jogou-se no Municipal o Campinense-Silves com vitória esclarecedora dos locais por 3-0 perante um Silves muito debilitado, e no qual o treinador Tedú anunciou a vontade de abandonar o comando da equipa em virtude da indefinição e falta de competitividade que a sua equipa ostenta nesta fase da época.

Por fim, destaque para a Segunda Divisão B, onde as duas representantes algarvias fazem sensação neste inicio de época. O Lagoa bateu em casa o Carregado por 2-0, enquanto o Beira Mar de Luís Carlos e Marco Nuno bateu no seu reduto o Odivelas por 2-1, numa estreia auspiciosa da equipa de Monte Gordo.

domingo, 7 de setembro de 2008

A sorte Conquista-se: Castrense 0-1 Farense

A estreia de Ivo Soares ao comando dos Leões de Faro não podia ter começado com melhor presságio. Na verdade, sem justificar em jogo jogado a vitória na tarde de hoje, o Farense conseguiu sobretudo inverter a tendência negativa das últimas semanas, garantindo em Castro Verde uma vitória nos últimos segundos da partida, para gáudeo dos muitos farenses que se deslocaram àquela localidade do Baixo Alentejo.
Ivo Soares promoveu nova revolução no onze inicial do Farense, mas desta feita acabou por sorrir no final, o que na nossa opinião também se explica porque soube finalmente trocar algumas unidades que evidenciavam um rendimento aquém do exigido por um Clube com a dimensão do Farense.

A primeira parte foi jogada a meio campo, mas com ritmo competitivo pelas duas formações, e se ambas denotavam alguma dificuldade em alvejar com êxito as redes contrárias, seria contudo o Castrense a queixar-se logo nos minutos iniciais duma hipotética grande penalidade de Kula sobre um atacante alentejano, o que no local onde nos encontrávamos era impossível perceber. A acontecer seria um lance determinante na partida, justificando a expulsão de Kula e permitindo ao Castrense jogar com mais um elemento durante grande parte do jogo. Ultrapassado este episódio, assistiu-se então a alguns bons momentos de circulação de bola do Farense, jogando preferencialmente pelas alas, mas raramente criando chances de golo. Ainda assim, o Castrense mostrava ser mais perigoso pois lançando alguns contra ataque venenosos ia incomodando aos poucos Kula que durante a partida efectuou 3 ou 4 defesas de grande dificuldade, salvando o Farense dum resultado negativo. Na primeira parte apenas registaríamos um remate perigoso dos homens de Faro, pelo brasileiro Edinho, que de cabeça respondeu bem a um cruzamento de Cannigia, enviando o esférico ao lado da baliza do guardião Castrense.

Na segunda parte as equipas entrariam num ritmo mais lento, quiçá ressentindo-se duma primeira parte algo movimentada, mas pareceu-nos que seria este também o ritmo desejado pela equipa de Castro Verde, pois dispondo de apenas 3 jogadores de campo no banco e percebendo alguma fragilidade do Farense nos contra ataques criados, preferia deixar a partida decorrer duma forma monótona. Foram também algumas as paragens para assistir jogadores alentejanos, uma vezes justificadas, outras algo duvidosas, em especial na parte final da partida quando o jogo ainda se mantinha empatado.
Na verdade, o Farense realizava um inicio de segunda parte fraco e Ivo Soares apercebendo-se da situação, esteve bem nas substituições, alterando um pouco o sistema táctico, que privilegiava agora dois pontas de lança – Edinho e Della Pasqua – abdicando do amarelado Rui Graça, que hoje apareceu no lugar de trinco. Foi perceptível que a partir do minuto 65/70, apenas o Farense mostrava vontade genuína para vencer a partida, e mesmo sem jogar bem foi apostando num futebol directo e em jogadores nas alas como Everson, Justo ou mesmo Duarte, que inúmeras vezes subiu pelo seu flanco. Para o final da partida estavam então guardadas grandes emoções: primeiro ao minuto 91 quando Wilson tirou sobre a linha um golo que parecia certo para os castrenses, após defesa incompleta (de recurso) por Kula, ao qual o Farense responderia no momento seguinte com um lance de contra ataque em que Bruno, após tirar um adversário do caminho e se enquadrar com a baliza, chutou contra um defesa, quando já muitos cantavam golo. E seria já mesmo no fim da partida, numa altura em que os ânimos estavam mais voltados para a bancada, onde se havia gerado uma troca de palavras mais acesa entre adeptos das duas equipas, que o Farense chegaria ao golo, por Everson, devolvendo a alegria perdida pelos adeptos farenses, nesta agradável deslocação a Castro Verde. Arbitragem razoável, condicionada contudo pelo lance da possível grande penalidade, ao qual não temos opinião formada.


Ficha de Jogo: Estádio Municipal 25 de Abril (Castro Verde)
17h00, 07/09/2008
Assistência: 650 espectadores
Árbitro: João Letras (Évora)
CASTRENSE 0-1 FARENSE
(90+5 mn, por Everson, numa jogada rápida do Farense pela direita, a bola é endereçada a Everson, que junto à entrada da área se enquadra e remata rasteiro para junto do poste direito da baliza defendida por Peraltinha)

Farense: Kula; Cannigia, Né, Wilson, Duarte; Rui Graça (David Justo 65mn), Barão, Luís Afonso; Della Pasqua (Bruno 76mn) Everson, Edinho. Treinador: Ivo Soares

7 de Setembro - Dia de todos os Farenses

Faro: Do passado aos nosso dias

A área lagunar da Ria Formosa atraiu a presença humana desde o Paleolítico até ao final da Pré-História. Nesse espaço, surge uma cidade: Ossonoba, centro urbano importante durante o período de ocupação romana que, de acordo com os estudiosos, foi a origem da actual cidade de Faro.Sede de bispado a partir do séc. III e durante o período visigótico, Ossonoba mantém com o domínio árabe, iniciado no séc. VIII, a sua posição de mais importante localidade do extremo sudoeste da península.Capital de um efémero principado independente no séc. IX, a cidade é fortificada com uma cintura de muralhas e o nome de Ossonoba começa a ser substituído pelo de Santa Maria, a que mais tarde se junta a designação de Hárune, que deu origem a Faro. Depois de um período atribulado provocado pela instabilidade político-militar islâmica, Faro é integrada, em 1249, no território português, completando o ciclo de reconquista cristã do espaço geográfico que é hoje Portugal.Nos séculos seguintes, Faro torna-se uma cidade próspera devido à sua posição geográfica, ao porto seguro e à exploração e comércio de sal e de produtos agrícolas do interior algarvio, incrementados com os Descobrimentos. Tem, nesse período, uma importante e activa colónia judaica que no final do séc. XV imprime localmente o primeiro livro português.Reconhecendo o crescimento da cidade, o rei D. Manuel promove, em 1499, uma profunda alteração urbanística com a criação de novos equipamentos - um hospital, a Igreja do Espírito Santo (mais tarde reconstruída e administrada pela Misericórdia), a alfândega, um açougue, etc. - fora das alcaçarias e junto ao litoral. Em 1540, Faro é elevada a cidade e, em 1577, a sede do bispado do Algarve é transferida de Silves. O saque e o incêndio, em 1596, pelas tropas inglesas do conde de Essex, danificaram muralhas e igrejas, empobreceram a cidade.Os séculos XVII e XVIII são um período de expansão para Faro, cercada por uma nova cintura de muralhas, durante o período da Guerra da Restauração (1640/1668), que abrangia a área edificada e terrenos de cultura, num vasto semicírculo frente à ria. Até finais do séc. XIX, a cidade mantém-se dentro desses limites. O seu crescimento gradual sofre um maior ímpeto nas últimas décadas tendo duplicado a sua população residente nos últimos 70 anos, cifrando-se neste momento nos 58.000 residentes (concelho). Faro assumiu a sua vocação cosmopolita aquando da inauguração do seu aeroporto internacional a 11 de Julho de 1965, ainda durante a ditadura de António de Oliveira Salazar. Hoje em dia e graças ao aumento de procura turística em todo o Algarve, a cidade possui o segundo mais movimentado aeroporto de Portugal atrás do aeroporto da Portela em Lisboa, com um movimento superior a 5 milhões de passageiros por ano. O Aeroporto é ainda utilizado por parte dos turistas que se dirigem para a Andaluzia devido a certos locais desta região espanhola estarem mais próximos de Faro do que de Sevilha. Muitas outra infraestruturas de valia regional foram erguidas em Faro ou no seu perímetro, destacando-se Universidade do Algarve, Estádio Algarve ou Teatro Municipal de Faro reforçando cada vez mais a capitalidade à cidade nos nossos dias.

sábado, 6 de setembro de 2008

Petróleo cai 42% e gasolina 3,7%

Energia: Diferença notória no ritmo de variações de preços
O preço do barril de petróleo diminuiu 43,86 dólares (42 por cento) em Londres desde 11 de Julho último, dia em que atingiu o máximo de 147,50 dólares.
Mas o custo dos combustíveis em Portugal não acompanha o da matéria-prima no mercado de futuros londrino. Aliás, a Galp Energia até aumentou um cêntimo o preço do litro da gasolina sem chumbo 95 e o do gasóleo nesta semana.
Após o recorde da cotação da fonte energética na capital britânica, os portugueses passaram a pagar 1,525 euros pela gasolina sem chumbo 95 e 1,428 euros pelo gasóleo.
A descida do preço da gasolina sem chumbo 95, que está a 1,470 euros no distrito de Lisboa, foi de cinco cêntimos, ou 3,7 por cento. O preço do gasóleo baixou dez cêntimos, ou 7,5 por cento.
Devido a tal discrepância, o ACP – Automóvel Club de Portugal diz que "a situação verificada nos últimos dias revela e confirma as suspeitas de um comportamento concertado de manipulação do mercado de combustíveis em Portugal".
Num comunicado emitido ontem, a organização presidida por Carlos Barbosa chama à atenção para "o monopólio existente no mercado da refinação, armazenamento, transporte e distribuição, dominado pela Galp Energia." Do que resulta "uma situação de controlo de mercado que permite impor, sem qualquer supervisão regulatória, os preços de venda ao consumidor final".
Segundo o Automóvel Club de Portugal, não existe concorrência no mercado de combustíveis português. E alerta o Governo para "a imperativa necessidade de adopção das medidas convenientes".
Nada que já não soubéssemos mas a disparidade entre a quebra de preços no mercado internacional e a actualidade dos preços dos combustiveis no nosso País é absolutamente vergonhosa! E o Estado nada faz porque também beneficia com os impostos consequentes destes altíssimos preços, o que nos deixa ainda mais indignados com esta situação. Quando o custo de vida dos portugueses vai aumentando a cada dia que passa, quiçá também originando alguns actos de desespero nunca desculpáveis, que se têm agudizado nos últimos tempos, pergunto se não era altura de tomar uma decisão de fundo para corrigir esta questão para bem de todos os Portugueses?

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Mata do Liceu com nova cara

O município farense está a investir na recuperação da Mata do Liceu. A iluminação é a prioridade, mas a zona verde, caminhos e circuito de treinos também estão na mira.
A Mata do Liceu está a ser objecto de recuperação por parte do município, que investiu cerca de 100 mil euros na renovação de todo o sistema de iluminação pública.
O objectivo desta empreitada é criar maiores condições de segurança naquele espaço que é muito procurado pela população farense para a prática de desporto.
Segundo o vereador João MarquesAs lâmpadas eram constantemente vandalizadas. Antes, bastava abanar os postes e as Lâmpadas partiam-se porque batiam no vidro”, afirma em declarações ao jornal Barlavento.
O novo sistema de iluminação, menos propício a actos de vandalismo, deverá estar instalado até ao final de Setembro.
A segunda fase do projecto de recuperação da Mata do Liceu visa a requalificação da zona verde, caminhos e de um novo circuito de treinos, num investimento que rondará os 20 mil euros.
O aumento da vigilância policial, com o apoio da Polícia de Segurança Pública (PSP), é outro dos objectivos da autarquia, permitindo fazer daquela zona um espaço mais seguro, que poderá ainda ser protegido por um sistema de vídeo-vigilância.
A rotunda do Liceu é um dos locais em que pensamos colocar câmaras para controlar o trânsito. Algumas delas também focarão a zona da Mata”, acrescenta o vereador.
A Mata do Liceu além de ser o único espaço verde dentro da cidade onde as pessoas podem praticar desporto, é também um local muito procurado para passear.
Escolhemos esta altura para fazer a intervenção porque se está a aproximar o Inverno. Além de a noite chegar mais cedo, há mais pessoas a frequentar o local”, justifica João Marques.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Autódromo do Algarve a dois meses da abertura: Sucesso Financeiro Vs Sucesso Desportivo

Bilhetes já à venda, quando faltam dois meses para a inauguração do Autódromo do Algarve

Será a 2 de Novembro que irá ser inaugurado o Autódromo Internacional do Algarve, uma infra-estrutura que, segundo os seus promotores, «vai encher de orgulho os portugueses».
Foram até ao momento sete meses de intenso trabalho, para garantir que a moderna pista de Portimão esteja em condições de receber o seu primeiro grande evento. No dia 1 e 2 de Novembro, terá lugar o primeiro acontecimento desportivo no AIA, e que vai inaugurar o traçado, a última prova da temporada do Campeonato do Mundo de Superbikes e Supersport. Será um espectáculo inesquecível, pois esta é uma competição que arrasta multidões.Além das estrelas das Superbikes, os portugueses vão poder ainda apoiar a equipa nacional, a Parkalgar Racing Team com Miguel Praia, que participa no Campeonato do Mundo de Supersport. Miguel Praia é o único piloto português a competir num Campeonato do Mundo de Motociclismo e é nele que se centram todas as atenções neste dia tão especial para o desporto motorizado nacional. A correr em casa, pois, para além de ser algarvio, Praia é piloto oficial do Autódromo Internacional do Algarve, vai tentar brilhar junto do seu público.O novo circuito português é caracterizado pela configuração ímpar da pista onde o espectáculo competitivo irá certamente ficar assegurado. Curvas rápidas e cegas, descidas acentuadas e uma recta longa são algumas das características do AIA onde os melhores pilotos irão certamente ter um lugar de destaque. Tendo em vista esse fantástico acontecimento, os bilhetes estão já à venda no site www.autodromodoalgarve.com, para que todos os interessados possam, desde já, garantir um lugar naquele que é um dos melhores autódromos a nível mundial. De salientar a iniciativa única que permite aos espectadores adquirir bilhete ‘paddock’ e viver por dentro toda a emoção do fim-de-semana, lado a lado, com os pilotos, motos e equipas. (..)
In Barlavento Online

Não duvido que o investimento realizado nesta construção de iniciativa privada seja de facto um sucesso a nível financeiro, traduzindo também este investimento numa mais-valia para o Algarve no aspecto turístico, tecnológico e urbanístico, dotando a Região duma infra-estrutura grandiosa e capaz de receber eventos de dimensão mundial no panorama do desporto automóvel. Sabendo desde já que este espaço sera palco para testes das mais diversas equipas de competição automóvel, tenho, ainda assim, imensas dúvidas acerca da viabilidade desportiva do complexo. Primeiro, porque Portugal nunca foi nem nunca será uma potencia económica capaz de ombrear com outros países da Europa ou mesmo dos mercados asiáticos, onde os grandes construtores automóveis têm interesse em que se disputem provas do género da Formula 1, por forma a alargar horizontes na vertente comercial e de marketing... Por isso é cada vez mais natural que o nosso País tenha condições para atrair a eventos desta natureza, e, os que acontecem, ocorrem sobretudo graças às boas organizações de que dispomos e dos excelentes troços que oferecemos aos pilotos (WRC Rally de Portugal). Agora quando toca a provas de pista, tudo é diferente, ainda para mais devido ao elevado preços dos bilhetes, que na minha opinião é muito elevado face ao espectáculo oferecido. Digo isto por experiência própria, e acredito que os 80 mil lugares deste autódromo facilmente criarão "musgo" com o passar dos anos, primeiro face à qualidade das provas que o espaço receberá, muitas delas de escalões secundários do automobilismo português e espanhol, onde por exemplo no Estoril não estão mais do que 2 mil pessoas prova e depois porque só uma F1 poderá eventualmente esgotar um recinto desta dimensão, mas não estou crente que Portugal receba o grande circo a curto médio prazo...