Foi um dos jogos que mais prazer me deu presenciar... Mas também foi um dos resultados que mais azia me deu, fruto duma autêntica bomba de Jorge Vidigal na cobrança de um livre directo que se anicharia já nos descontos da partida... Um deslocação massiva das gentes de Faro até à cidade da Restauração... Aos vasculhar por aí, descobri o registo de várias faixas mostradas entre os Mosh Side e os "nossos" South Side, mas destaco esta, talvez a resposta a alguns dos que ainda questionam a grandeza do SC Farense.sábado, 4 de outubro de 2008
Lembram-se SS?
Foi um dos jogos que mais prazer me deu presenciar... Mas também foi um dos resultados que mais azia me deu, fruto duma autêntica bomba de Jorge Vidigal na cobrança de um livre directo que se anicharia já nos descontos da partida... Um deslocação massiva das gentes de Faro até à cidade da Restauração... Aos vasculhar por aí, descobri o registo de várias faixas mostradas entre os Mosh Side e os "nossos" South Side, mas destaco esta, talvez a resposta a alguns dos que ainda questionam a grandeza do SC Farense.
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Vitor Pereira vs Bino
No outro dia estava ler um desportivo e deparei-me com a figura dum novo treinador da nossa "praça" que me fez lembrar logo um ex-internacional português, o conhecido Bino... Ora comprovem lá, e apesar das diferenças de idade das fotos que encontrei, se na verdade não são parecidos em alguns dos seus traços...sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Jorge Portela em trabalhos...
Ao ler esta notícia, fico com a ideia que Jorge Portela se já tinha pouco tempo para o Farense, agora muito menos teria... Ou seja a sua prioridade a curto prazo seriam mesmo as escolas de futebol e não o SC Farense...
Conheça mais contornos sobre a negociação entre o SCF e a Byte Eficaz
Mário Rocha, pretenso comprador do Estádio do Farense, rejeita as acusações da Comissão de Venda e diz que quem falhou foi o clube.“A mim disseram-me que era para comprar o Estádio de São Luís, mas depois só mandaram metade das certidões de teor!”, afirma Mário Carvalho Rocha, proprietário da Byte Eficaz, em entrevista ao Observatório do Algarve.
A empresa foi, aliás, a única a concorrer à compra do Estádio de São Luís, tendo oferecido 15 milhões de euros – segundo o próprio – pela aquisição dos terrenos, mas o sinal, que rondava os 700 mil euros, nunca apareceu. “Não apresentei o dinheiro, mas não havia problema nenhum de apresentar os 750 mil euros, só que não vou comprar com o Pingo Doce lá, isso era como casar com uma mulher já com o filho lá dentro!”, justifica o empresário, ligado ao sector da construção civil.
Para além disso, o empresário exigia ver fotocópias aprovadas do projecto, algo que o Clube disse ser impossível: “Não existe um projecto aprovado, existem sim estudos de viabilidade aprovados que é uma coisa totalmente diferente”, adianta Carlos Ataíde, da Comissão de Venda do Estádio de São Luís.
O pretenso comprador – ou intermediário -, Mário Rocha, chegou a ser presidente do União Sport Clube de Paredes, já teve negócios no Algarve, depois a firma trabalhou em Espanha e agora está no Norte.
“Conheço bem o Algarve, temos várias empresas do grupo ligadas ao sector do imobiliário e construção, mas nenhuma das pessoas envolvidas no negócio é algarvia”, adianta, escusando-se a revelar a existência ou não de algum grande grupo por detrás do negócio.
O Observatório do Algarve sabe, no entanto, que a sua empresa, a Byte Eficaz, sediada na Maia, tem o capital mínimo exigido por lei - 5 mil euros - e conta com apenas dois funcionários. A empresa, cujo objecto é a construção civil e obras públicas, bem como a compra e venda de bens imóveis, segundo a Portugal Telecom não tem sequer telefone atribuído e a morada do único sócio é idêntica à da empresa.
“Nós chegámos inclusive a ter uma reunião marcada, disponibilizámos tudo o que nos pediram, arranjámos uma garantia bancária para o sinal, mas o senhor dizia que aparecia e nunca apareceu”, contesta por seu turno Aníbal Guerreiro, presidente da Comissão de Venda. Aníbal – que afirma desconhecer pessoalmente o alegado comprador – relata inclusive que na segunda vez que um encontro esteve marcado, a Comissão recebeu um e-mail do interessado que avançava com a crise económica internacional como justificativa para o atraso na entrega do sinal. “Se não querem assumir responsabilidades, pelo menos estejam calados!”, desabafa.
Pingo amargo?
Quanto à questão da permanência do supermercado do grupo Jerónimo Martins, Carlos Ataíde refere que a situação estava bem clara no concurso: “O contrato com o Pingo Doce faz parte do Caderno de Encargos, o senhor pediu-nos para negociar com eles a saída e nós dissemos-lhe que isso não era das nossas competências”.
O Observatório sabe que o negócio com a Jerónimo Martins está assente pelo menos até 2013, e rende ao clube (e ao futuro proprietário) cerca de 20 mil euros mensais, ocupando perto de mil dos 5 mil metros quadrados destinados a espaços comerciais.
“Penso até que seria um bom negócio manter uma loja-âncora neste espaço, por duas razões”, afirma fonte ligada ao processo. “Uma porque, enquanto constroem, os promotores têm um rendimento fixo e outra porque assim têm capacidade de atrair outro comércio no espaço comercial”, garante.
Com ou sem Pingo Doce, Mário Rocha não afasta, no entanto, a hipótese de concorrer de novo ao Estádio de São Luís: “Mantenho o interesse na compra do terreno, desde que me forneçam os documentos”, diz, “mas com o Pingo Doce, nunca será por aquele preço”, afirma.
Só que a comissão já garantiu que o preço se vai manter intocável, até para permitir saldar todas as dívidas do clube. Se o empresário nortenho concorrer de novo...“Não há problema e podemos esquecer até a situação, mas no dia em que se abrirem as propostas, vai ter de existir um sinal, caso contrário os concorrentes serão excluídos”, afirma Aníbal Guerreiro. A comissão já disse que não desiste do seu principal objectivo: vender o Estádio, para resolver a crise do clube algarvio.
In Observatório do Algarve
Quanto à questão da permanência do supermercado do grupo Jerónimo Martins, Carlos Ataíde refere que a situação estava bem clara no concurso: “O contrato com o Pingo Doce faz parte do Caderno de Encargos, o senhor pediu-nos para negociar com eles a saída e nós dissemos-lhe que isso não era das nossas competências”.
O Observatório sabe que o negócio com a Jerónimo Martins está assente pelo menos até 2013, e rende ao clube (e ao futuro proprietário) cerca de 20 mil euros mensais, ocupando perto de mil dos 5 mil metros quadrados destinados a espaços comerciais.
“Penso até que seria um bom negócio manter uma loja-âncora neste espaço, por duas razões”, afirma fonte ligada ao processo. “Uma porque, enquanto constroem, os promotores têm um rendimento fixo e outra porque assim têm capacidade de atrair outro comércio no espaço comercial”, garante.
Com ou sem Pingo Doce, Mário Rocha não afasta, no entanto, a hipótese de concorrer de novo ao Estádio de São Luís: “Mantenho o interesse na compra do terreno, desde que me forneçam os documentos”, diz, “mas com o Pingo Doce, nunca será por aquele preço”, afirma.
Só que a comissão já garantiu que o preço se vai manter intocável, até para permitir saldar todas as dívidas do clube. Se o empresário nortenho concorrer de novo...“Não há problema e podemos esquecer até a situação, mas no dia em que se abrirem as propostas, vai ter de existir um sinal, caso contrário os concorrentes serão excluídos”, afirma Aníbal Guerreiro. A comissão já disse que não desiste do seu principal objectivo: vender o Estádio, para resolver a crise do clube algarvio.
In Observatório do Algarve
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Leone vence na tempestade; Regional pode acabar este ano
No passado domingo teve lugar mais uma edição do Rally de Castro Marim, 3.ª prova do CRRS. E se à partida havíamos apontado três nomes como potenciais candidatos, Pedro Leone e Luís Mota acabaram por confirmar as credenciais terminando nos primeiros dois postos a corrida, enquanto José Neves não confirmou as suas capacidades bem como a da "máquina", tendo mais uma aziaga participação, desta vez condicionada pelas condições climatéricas adversas que o levaram à desistência. Numa prova emocionante, disputada até ao último quilómetro, Leone levou a melhor por míseros 5,4 segundos e aproximou-se do líder Luis Mota na tabela do campeonato tendo agora 9 pontos de desvantagem para o piloto de Alenquer. Face às muitas desistências, Nuno Pinto (Mitusbishi Lancer Evo III) beneficiou da situação e conquistou o 3.º lugar, tendo António Lampreia terminado em 4.º lugar e Gil Antunes no 5.º posto.Fim do CRRS
Apesar de já ser equacionada a hipótese entre os amantes dos rallis a Sul, o líder do Clube Automóvel do Algarve, José Manuel Afonso confidenciou ao site Ralis Online, o mais que provável fim do CRRS, dando este, lugar a um puro e duro Rally Mix já em 2009. Se esta fórmula já foi experimentada parcialmente esta época, é mesmo assim com tristeza que vemos Campeonato Regional Rallis Sul terminar... A crise toca a todos e com cada vezes menos inscritos a prova têm decaído de competitividade e os organizadores têm cada vez mais dificuldades em reunir verbas para levar a bom porto a provas que eram regularmente realizadas neste moldes à cerca de 11 anos... Tudo tem um fim e nos tempos que correm, não se pode crucificar tal atitude, pois como diz o "outro", "quem não têm dinheiro, não têm vícios..."
Foto In Ralis Online
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
São Luís: Negócio segue para segundo “round”
Empresa com melhor proposta não conseguiu pagar o sinal
A venda do Estádio de São Luís, e
m Faro, vai seguir para novo "round", depois de a empresa que apresentou a melhor proposta no primeiro concurso não ter cumprido o pagamento do sinal, revelou hoje a comissão de venda do recinto.
A venda do Estádio de São Luís, e
m Faro, vai seguir para novo "round", depois de a empresa que apresentou a melhor proposta no primeiro concurso não ter cumprido o pagamento do sinal, revelou hoje a comissão de venda do recinto.De acordo com as explicações do líder da comissão, Aníbal Guerreiro, a Byte Eficaz – Construções, Lda. apresentou uma proposta acima do valor-base de 14 milhões de euros mas retardou o pagamento do sinal nas últimas três semanas e não cumpriu essa regra do concurso. Face à situação, a comissão de venda decidiu avançar para novo concurso, de forma a cumprir o mandato que lhe foi dado pelos sócios do Farense e resolver a situação financeira do clube.
Texto In Região-Sul
Venda do São Luís volta à estaca zero
Das duas empresas que concorreram para comprar o Estádio de
São Luís, uma foi posta de parte e outra não cumpriu com o pagamento inicial. Novo concurso segue dentro de uma semana. Saiba mais.
A expectativa da venda do Estádio de São Luís foi defraudada hoje à tarde, numa conferência de imprensa dada pela Comissão de Venda, quando foi anunciado que não se chegou a acordo com a empresa que estava em concurso.
No início de Setembro deram entrada duas propostas que ultrapassavam os 14 milhões pedidos no concurso, a da Retail Parks de Portugal SGPS e a de uma empresa de construção do norte: a Byte Eficaz Construções.
A primeira foi automaticamente excluída por querer incluir no negócio o ginásio-sede do Farense, uma parte do terreno que não está à venda.
Já a empresa nortenha apresentou uma proposta válida, mas a (recorrente) falta de pagamento do sinal (5 por cento do valor total) fez com que o negócio caísse por terra.
“Passámos este tempo todo a negociar diariamente com os representantes da empresa e sempre foi dito que o sinal chegaria, mas nunca chegou”, avança Aníbal Guerreiro, presidente da comissão, que decidiu prontamente avançar com um novo concurso.
“Todos estamos interessados em resolver a situação”, sublinha ainda Aníbal Guerreiro e constata que a recente crise no mercado financeiro poderá ter tido influência na ‘desistência’ da empresa que fez a proposta.
A negociação com o IAPMEI para o alargamento do prazo para pagar os cerca de 9 milhões de dívidas do Farense poderá ser um factor que levará este novo concurso - que deverá avançar na próxima semana - a ter sucesso, pois, “haverá mais tempo para negociar”.
A comissão também estabeleceu que no novo concurso haverá algumas alterações no regulamento, com algumas "facilidades" no modo de pagamento da parte dos preponentes.
Já Carlos Ataíde, outro dos membros da comissão, relembra que é bom para todas as partes que o negócio de venda vá para a frente: “Há que haver bom senso entre os credores, pois mais vale um pássaro na mão que dois a voar”.
Das duas empresas que concorreram para comprar o Estádio de
São Luís, uma foi posta de parte e outra não cumpriu com o pagamento inicial. Novo concurso segue dentro de uma semana. Saiba mais.A expectativa da venda do Estádio de São Luís foi defraudada hoje à tarde, numa conferência de imprensa dada pela Comissão de Venda, quando foi anunciado que não se chegou a acordo com a empresa que estava em concurso.
No início de Setembro deram entrada duas propostas que ultrapassavam os 14 milhões pedidos no concurso, a da Retail Parks de Portugal SGPS e a de uma empresa de construção do norte: a Byte Eficaz Construções.
A primeira foi automaticamente excluída por querer incluir no negócio o ginásio-sede do Farense, uma parte do terreno que não está à venda.
Já a empresa nortenha apresentou uma proposta válida, mas a (recorrente) falta de pagamento do sinal (5 por cento do valor total) fez com que o negócio caísse por terra.
“Passámos este tempo todo a negociar diariamente com os representantes da empresa e sempre foi dito que o sinal chegaria, mas nunca chegou”, avança Aníbal Guerreiro, presidente da comissão, que decidiu prontamente avançar com um novo concurso.
“Todos estamos interessados em resolver a situação”, sublinha ainda Aníbal Guerreiro e constata que a recente crise no mercado financeiro poderá ter tido influência na ‘desistência’ da empresa que fez a proposta.
A negociação com o IAPMEI para o alargamento do prazo para pagar os cerca de 9 milhões de dívidas do Farense poderá ser um factor que levará este novo concurso - que deverá avançar na próxima semana - a ter sucesso, pois, “haverá mais tempo para negociar”.
A comissão também estabeleceu que no novo concurso haverá algumas alterações no regulamento, com algumas "facilidades" no modo de pagamento da parte dos preponentes.
Já Carlos Ataíde, outro dos membros da comissão, relembra que é bom para todas as partes que o negócio de venda vá para a frente: “Há que haver bom senso entre os credores, pois mais vale um pássaro na mão que dois a voar”.
“Se fosse para um centro comercial já estava vendido”
A área que está à venda divide-se em 29 mil metros quadrados para construir habitação e cinco mil para o comércio, o que invalida que se construa qualquer grande superfície comercial.
“Se fosse para um centro comercial já estava vendido”, diz Aníbal Guerreiro, relembrando que hoje em dia é mais difícil vender terreno para a construção de habitação, sendo esta outra razão para que não houvesse mais propostas.
A área que está à venda divide-se em 29 mil metros quadrados para construir habitação e cinco mil para o comércio, o que invalida que se construa qualquer grande superfície comercial.
“Se fosse para um centro comercial já estava vendido”, diz Aníbal Guerreiro, relembrando que hoje em dia é mais difícil vender terreno para a construção de habitação, sendo esta outra razão para que não houvesse mais propostas.
Texto In Observatório do Algarve, Foto In Barlavento Online
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