segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
O Fim de Semana Desportivo em Análise - Época 2008/2009
Parque das Cidades poderá receber IKEA
É a manchete do Jornal "O Algarve" desta semana. A possibilidade do Ikea ser edificado a sul do Estádio Algarve, no Parque das Cidades é cada vez mais real e já se fala na alteração do Plano de Pormenor para poder concretizar o negócio. O Ikea, a acreditar na notícia pretende instalar-se no Algarve, e pretende construir a sua loja na zona central do Algarve, muito perto da Via do Infante e vê neste espaço o local ideal para tal... É com agrado que recebemos a notícia até porque à meses havia mostrado a minha ideia sobre o aproveitamento do espaço, no sentido de aproximar cada vez mais as pessoas do Parque, e embora focasse o aspecto da restauração como alvo, acredito que esta aposta é também muito viável, isto numa altura em que o Hospital e o Centro de Congressos não passam de projectos adiados no tempo...domingo, 4 de janeiro de 2009
O Leão mostra a sua raça!
O golo de Pintassilgo, aos noventa e um minutos na conversão duma grande penalidade foi o corolário de trinta minutos de intenso domínio algarvio no último terço da partida, justificando claramente a vitória pela raça e querer demonstrados em campo nesse período, invertendo um score de 0-2, consolidado ainda nos primeiros vinte minutos de jogo. O jogo iniciava-se então no bem tratado relvado do Estádio Algarve, sob uma temperatura fresca mas debaixo dum sol radioso que convidava os interpretes a uma sinfonia bem afinada... Mas o Farense não correspondeu às expectativas depositadas e apresentou-se em campo com nítidas dificuldades na troca de bola... Ainda nem dez minutos haviam passado e já os algarvios se viam perder, graças a um golo de belo efeito marcado pelo Castrense, o qual i
ntranquilizou ainda mais o Farense. O Castrense jogava mais no meio campo farense e como consequência disso chegava mais vezes à baliza de Costa. Seria num desses lances que Rui Graça cometeria uma falta dispensável na área, conduzindo o Farense para a beira do precipício, pois ficava a perder por 0-2 e pior que isso não mostrava argumentos para ultrapassar um adversário que trocava muito bem a bola e onde tinha jogadores rápidos na frente, que sempre que podiam incomodavam os defesas algarvios. Perante este cenário, Della Pasqua, vindo de lesão foi "lançado às feras", única solução ofensiva no banco, na tentativa de dar mais apoio a Pintassilgo e libertá-lo um pouco das amarras a que estava sujeito, dando também maior instabilidade à defesa contrária. Mas, o meio campo não produzia e o guarda redes Peraltinha não era chamado a intervenções complicadas, o que traduzia a qualidade do jogo ofensivo dos Leões de Faro. António Barão percebeu isso e lançou ao intervalo uma unidade mais criativa no meio campo, Luís Afonso, que apesar de debilitado fisicamente, e, com o auxílio de Hernâni lançado quinze minutos mais tarde, trouxe mais alegria ao jogo algarvio. Ultrapassada a hora de jogo, e já após o Castrense ter tido uma ocasião soberana para matá-lo de vez, após duplo desperdício dos seus atacantes, primeiro numa bola à trave e depois na recarga defendida in-extremis por Costa, o Farense partiu então para uma meia hora muito forte, do melhor que se viu esta época, transfigurando-se completamente. Era uma equipa mais pressionante, rápida e organizada e com isso foi ameaçando cada vez mais a equipa alentejana que já denotava algum cansaço e pouco discernimento. Iam-se coleccionando livres e lançamentos laterais junto à área até que
Pintassilgo marcaria o golo da esperança, a cerca de vinte e cinco minutos do final do jogo. Perante este cenário assistimos então a um período em que os visitantes preferiram abdicar do futebol para dar lugar a um anti-jogo condenável, atrasando as substituições e acumulando lesões sucessivas nos seus jogadores... Mas o Farense, apesar destas adversidades, mostrava raça, criava oportunidades, e foi desta forma que chegou à igualdade já perto dos "noventa", mas ainda a tempo de garantir a vitória, já em período de descontos através duma grande penalidade contestada pelos forasteiros, mas bem assinalada. Foi a loucura no Estádio Algarve! O golo de Pintassilgo trazia justiça ao resultado e era uma justa recompensa para os homens de Castro Verde que tudo fizeram para queimar tempo, isto com a complacência do árbitro, que apenas havia dado cinco minutos de descontos. Vitória muito importante, e que permitiu ao Farense segurar o sexto lugar, aproximando-se de todas as equipas da frente à excepção do líder Cova da Piedade, situação que permite encarar com mais confiança esta segunda volta do campeonato.
(8 mn, por Nuno Martins,num forte e colocado remate de fora da área, descaído pela esquerda ao qual Costa pouco podia fazer)
(17 mn, por Pedro Lança, na sequência duma grande penalidade bem cobrada para a esquerda de Costa, castigando uma falta de Rui Graça que agarrou Rui Pepe na área)
(66 mn, por Pintassilgo, após um livre cobrado da esquerda do ataque farense, há um desvio no segundo poste de Rui Graça e aparece Pintassilgo a marcar de cabeça o golo que animava de novo as hostes farenses)
(82 mn, por Luís Afonso, livre descaído pela esquerda marcado à maneira curta, onde Luís Afonso desfere um remate de longe mas fortíssimo, fazendo a bola entrar junto ao ângulo superior esquerdo da baliza defendida por Peraltinha)
(91 mn, por Pintassilgo, jogada dentro da área castrense, junto à linha onde o Della Pasqua é derrubado por um defesa contrário. Assinalada grande penalidade e Pintassilgo, chamado para a cobrança, engana o guarda redes e faz o golo da reviravolta)
sábado, 3 de janeiro de 2009
Juniores: Louletano aguerrido bate Farense por 3-2
Os Juniores do Farense iniciaram hoje a sua prestação na segunda volta do campeonato, tendo-se deslocado a Loulé para defrontar o Louletano, equipa com o qual haviam empatado a zero na primeira volta. Num jogo agradável de seguir acabaram por ser os locais a levar os três pontos, vencendo por 3-2 e aproximando-se dos farenses na classificação. Contudo, esta derrota, apesar de penalizadora, acabou por não trazer consequências de maior na tabela visto que o Farense acaba por conservar o 11.º lugar, estando a salvo da descida neste momento.
Num jogo presenciado por cerca de 250 pessoas no Municipal de Loulé, fui surpreendido à chegada com o pouco convidativo preço dos bilhetes a 4,5 euros para não sócios do Louletano, quantia avultada para a competição que iríamos ver e também tendo em conta a debilitada situação financeira do país... Ultrapassada esta questão e falando propriamente do jogo, nota inicial e muito importante para a jogada que daria o primeiro golo do encontro, logo aos 10 minutos na conversão duma grande penalidade marcada por Álvaro. A verdade é que este lance incendiou as bancadas pois o lance não era merecedor da marca de 11 metros, visto a falta ter ocorrido fora da área, junto à face posterior direita da área defendida pelo Louletano. O jogo estava equilibrado embora o Farense se mostrasse mais acutilante, sem contudo criar lances de golo iminente, enfrentando um Louletano que jogava em contra ataque mas que a partir dos 20 minutos começou a encostar um pouco o Farense às cordas. Seria num lance fortuito, após intercepção falhada num cruzamento longo, do guarda redes Zé Silva, que o Farense sofreria o golo da igualdade, à passagem dos 31 minutos, após emenda do central, n.º 4 do Louletano. Até ao fim da primeira parte o Farense teve mais 3 ou 4 chances flagrantes de se adiantar no marcador mas a imperícia do seus atacantes acabou por penalizar os Leões de Faro que mais tarde se viriam a lamentar destas oportunidades desperdiçadas na primeira parte.
Na segunda parte o cariz da partida não mudou muito, com o Farense entrar bem, circulando a bola mas foi perdendo gradualmente o discernimento e criatividade, tornando o seu jogo muito directo, enquanto o Louletano explorava essencialmente os contra ataques, situação onde viria a decidir o jogo. Primeiro num livre directo a castigar uma falta junto à quina esquerda da área farense que foi exemplarmente cobrado e depois num golo fenomenal do nr.º 30 do Louletano que correu uns bons 20 metros, ultrapassando dois defesas farenses e marcando o golo do 3-1 aos 73 minutos. O Farense acusou os golos, perdeu animo, mostrando dificuldades em construir jogadas que permitissem alvejar com perigo as redes do guardião louletano. Num ultimo fôlego de revolta, aos 92 minutos, os Leões de Faro ainda reagiram e reduziram para 3-2 num belo remate de fora da área de Ró-Ró, mas era já tarde e o jogo acabaria poucos minutos depois.
Macário Correia admite que candidatura à presidência da Câmara de Faro é "matéria de reflexão"
Macário Correia, presidente da Câmara de Tavira pelo PSD, disse esta sexta-feira estar a reflectir sobre os convites que recebeu para ser o candidato social-democrata à Câmara de Faro nas próximas autárquicas e prometeu uma resposta "dentro de semanas"."É matéria de reflexão", disse hoje Macário Correia à Agência Lusa, explicando que tem sido "contactado por muitas pessoas de Faro" e que tem sido objecto de "muitas diligências" e "quase pressões" para aceitar ser o candidato do PSD à Câmara de Faro."Tenho sido objecto de muitas diligências e quase pressões, mas disse para terem calma, porque ainda sou autarca de Tavira e acho que ainda é cedo", revelou Macário Correria.Não é a primeira vez que Macário Correia foi contactado para ser o candidato do PSD à Câmara de Faro e, segundo o próprio, nunca aceitou o convite por "não ser oportuno".
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Cartaz para o fim de semana

.jpg)

