segunda-feira, 11 de maio de 2009

O Fim de Semana Desportivo em Análise - Época 2008/2009

Com a época a caminhar a passos largos para o seu termo, o destaque vai desde já para para a equipa Sénior do SC Farense que ontem, perante uma boa moldura humana voltou a não vencer, e pior que isso saiu derrotada dum confronto onde esteve em vantagem, mas não teve arte nem engenho para se superiorizar a uma adversário teoricamente mais fraco. Agora, dista 4 pontos do segundo classificado, e já não depende de si próprio para poder acabar a prova no segundo lugar. A derrota de ontem quebrou um ciclo de sete jogos sem perder, mas ainda assim não penalizou muito o Farense, que viu o Reguengos empatar 2-2 em casa com o Louletano.
Se nos Séniores o fim de semana não correu de feição, bem estiveram os Juvenis A, que nas ultimas semanas recuperaram seis pontos ao líder, o Internacional de Almancil e partem para a última jornada com surpreendentes aspirações de subir ao Nacional após vitória 2-0 sobre o rival Olhanense que a deixa a um ponto da liderança. Já os Juvenis B, ainda com o campeonato mais atrasado, foram copiosamente derrotados em casa por 0-5 pelo Ferreiras, estando actualmente no oitavo lugar da tabela. Por fim, destaque para as Escolas A e B, tendo os A's ganho 0-4 em S. Brás à Sociedade 1º Janeiro e os B's sido derrotados em casa por 0-3 com o Louletano.

Voltemos à Terceira Divisão Nacional que conheceu neste fim de semana o seu desfecho, quanto à fase de descida, com apenas o Quarteirense a se salvar da queda aos Distritais após vitória por 2-0 sobre o Silves, que assim o segurou na segunda posição da poule, mas conseguiu também proporcionar um coeficiente de pontos, suficiente para garantir desde já a manutenção. Como resultado disto, o Salgados, uma das equipas farenses do Distritalão livrou-se da descida, enquanto o Faro e Benfica se viu arrastado para a Segunda Distrital depois da derrota do passado sábado por 1-0 em Estômbar. Quanto às outras duas equipas algarvias deste campeonato, ambas com destino traçado rumo ao Regional, tiveram perfomances distintas: o Campinense perdeu em casa por 2-3 com o Fabril enquanto o Messinense se despediu com cabeça levantada da prova após bater por 2-0 o Castrense no seu terreno.

Também a Segunda B terminou a sua época neste domingo e todos as atenções dos algarvios estavam centradas na equipa do Lagoa que ainda tinha esperança de assegurar a presença no play off de acesso à Liga Vitalis. A jogar fora no campo do Real Massamá, o Lagoa levou a melhor e cumpriu a sua obrigação, batendo os locais por 0-1, enquanto viu o Carregado, seu perseguido quebrar o jejum de duas jornadas ao bater o Odivelas pelo mesmo resultado. Tal facto inviabilizou o sonho da turma de Luís Coelho, que assim se contenta com um meritório segundo lugar, fruto duma segunda volta de poule estrondosa, onde venceram cinco jogos consecutivo. Na poule de descida o Beira Mar de Montegordo, já com a descida mais que confirmada, despediu-se deste campeonato com uma vitória forasteira por 0-1 em Torres Vedras, defendendo-se do ultimo lugar do campeonato e saindo duma forma digna da prova.

Nota final para a Liga Vitalis, onde felizmente parece haver boas novas para o futebol algarvio. Contra a corrente das últimas épocas, onde o futebol algarvio tem sofrido gradualmente uma razia nos seus representantes, quer em quantidade, quer em competitvidade. Claro que destacamos neste fim de semana a vitória chave do Olhanense por 1-0 sobre o vice-líder Santa Clara, com o golo a ter lugar a poucos minutos do fim, através duma grande penalidade conseguida e concretizada pelo pichichi da Liga Vitalis, Djalmir. A juntar a isto, a derrota do Leiria por 2-1 em Oliveira de Azeméis, deixa os algarvios a três pontos da Liga Sagres, que a se consumar ditará o regresso dos rubro negros a esta prova, 35 anos depois. Mas, como referimos, também o Portimonense averbou um resultado positivo em Aveiro, trazendo de lá um ponto, na sequência do nulo obtido, o que o deixa com uma margem de quatro pontos para defender nos próximos dois jogos.

Dolce Vita não é entrave à venda do S. Luís

O anúncio da construção de um Centro Comercial Dolce Vita, em Faro, não é visto pelo presidente do Município como um entrave à venda do Estádio de São Luís, para onde também está prevista uma grande área comercial.

José Apolinário considera que a cidade de Faro tem condições para acolher três grandes superfícies comerciais: o Fórum Algarve, já existente, o Centro Comercial Dolce Vita, anunciado para a zona do Vale da Amoreira, e a zona comercial prevista para o Estádio de São Luís, em processo de venda.
“Faro é onde há maior poder de compra per capita. Há 65 mil veículos que entram diariamente na cidade. Calcula-se que 16 mil pessoas que entram diariamente na cidade para trabalhar vivam fora de Faro. Portanto, eu acho que há potencial”, disse aos jornalistas José Apolinário, à margem da apresentação do Plano de Urbanização do Vale da Amoreira, na passada quinta-feira.
O autarca acrescentou ainda, que a construção do Dolce Vita “não afasta a responsabilidade da Câmara na dinamização e da integração do centro da cidade e isso vamos, aliás, reforçar a nossa intervenção no centro da cidade”.

Em relação ao Estádio São Luís, que o Sporting Clube Farense pretende vender pelo valor base de 15 milhões de euros, Apolinário considera que “são duas estruturas completamente diferentes. Isto [Dolce Vita] é um projecto global com uma determinada dimensão. O outro [São Luís] será, por razões que têm a ver com a sua inserção na malha urbana, mais de lojas que procuram o centro da cidade e eu acho que há potencial para haver lojas de marca que procurem o centro da cidade”, afirma.
O edil acredita que “a questão mais complexa neste momento em relação ao Estádio São Luís é a recessão do mercado, porque do ponto de vista de potencial é naturalmente um bom negócio”. Um investimento que, defende Apolinário é valorizado pela dinâmica criada com em torno da revitalização do Mercado Municipal, onde funciona uma Loja do Cidadão de segunda geração.

Um Plano com 56 hectares
O Plano de Urbanização do Vale da Amoreira, que engloba uma área de 56 hectares, está a ser desenvolvido pelo Fundo de Investimentos Imogharb, entidade privada que irá promover o empreendimento Porta da Amoreira, onde se inclui o Centro Comercial Dolce Vita, um hotel, habitação multifamiliar e unifamiliar (10 por cento da qual a custos controlados), um parque urbano, um equipamento de saúde, residências assistidas para a terceira idade e áreas de comércio e serviços.
O acordo firmado com a autarquia farense para a elaboração do Plano de Urbanização pressupõe que a Câmara Municipal é que dá as directrizes e aprova as opções de ordenamento. Inclui ainda a construção, por parte da Imogharb, de um Parque Urbano, assinado pelo arquitecto Sidónio Pardal, que será depois gerido pelo Município, e de alguns acessos àquela zona da cidade, nomeadamente as vias internas, via urbana de acesso entre a Av. 25 de Abril e respectiva rotunda, que irá fazer ligação com a estrada de acesso à EN2, esta última a cargo da Estradas de Portugal, no âmbito do Plano de Requalificação da EN 125.

Autarquia cria gabinete de apoio
A apresentação do Plano de Urbanização do Vale da Amoreira contou com a presença de muitos residentes na zona, cujas propriedades vão se afectadas com as novas directrizes, prevendo-se até a negociação e expropriação de terrenos para a construção de acessibilidades.
Durante a sessão, um dos presentes sugeriu a criação de um gabinete, por parte da autarquia, para receber as dúvidas e as sugestões da população, proposta prontamente aceite pelo edil.
Segundo José Apolinário, este serviço deverá estar a funcionar em “meados de Junho”. O autarca defende que “isto não pode ser um plano para ser feito na secretária. Há questões de limites de propriedades, e outras, que têm de ser acertadas”.
“O Plano está em adiantada fase de elaboração, pensamos que estará em condições de estar na Câmara Municipal em Julho”, acrescenta.
Para Apolinário “esta é uma oportunidade de organizar esta zona toda do território” e conclui que as medidas agora projectadas vão dar a Faro “uma nova centralidade”, em 2013.
No vídeo que se segue o arquitecto Mário Trindade, um dos autores do Plano de Urbanização do Vale da Amoreira, explica o que está previsto para aquela zona.

domingo, 10 de maio de 2009

Pescaram-nos o sonho...

Depois do empate caseiro da semana passada, o Farense jogava outra vez no São Luís uma cartada muito importante na luta pela subida. Diante dum adversário que estava fora da corrida pela promoção, era obrigação dos Leões de Faro bate-los por forma a se aproximar mais dos lugares da frente. Mas, após uma primeira parte promissora, a equipa quebrou na segunda parte e regressou ao fantasma dos desaires caseiros, depois de 4 meses de invencibilidade no seu terreno.

Apesar do equilíbrio registado nos primeiros minutos, logo o Farense foi assumindo as rédeas do jogo, mas sem criar ocasiões de golo, chegando à vantagem, praticamente na primeira jogada de frisson, por intermédio de Bruno, aos 10 minutos de jogo. A partir daí o Farense desinibiu-se ainda mais, jogando um futebol agradável a meio campo, onde a inclusão de Dinis, apesar de surpresa, foi mais que merecida pelo que mostrou em campo especialmente na primeira parte, mostrando-se bem integrado na equipa. Por seu turno o Costa da Caparica estava mais recuado no terreno, talvez expectante perante o jogo ofensivo dos algarvios mas ainda assim teria um clamorosa oportunidade de empatar a contenda, quando aos 19 minutos, um seu jogador rematou em plena área para defesa de Gonçalo, saindo depois a recarga para o travessão da baliza norte. Com os Leões de Faro a flanquearem muitas vezes o jogo pela direita, era por esse lado que mais vezes surgia o perigo, também com David Justo e Cannigia em evidência, sendo mesmo de Justo outra boa ocasião para dilatar a vantagem, aos 38 minutos quando, solicitado num passe longo, se desmarcou e rematou para defesa apertada do guardião contrário. Ainda antes do intervalo, seria de Carlos Neves um novo lance de perigo, através dum remate de muito longe que razou o poste esquerdo da baliza sul do São Luís.

A ganhar pela vantagem mínima ao intervalo, o Farense teria que, na segunda parte ser astuto e procurar dilatar a vantagem para evitar males maiores. Mas, como no melhor pano cai a nódoa, os algarvios que logo no inicio criaram um lance em que a bola embateu no travessão da baliza do Costa da Caparica, seria em contra ataque os forasteiros empatariam o encontro. Os Leões de Faro ressentiram-se do golo e a partir daí não mais conseguiram controlar o jogo e empurra verdadeiramente o adversário para o seu meio terreno, como o haviam feito na primeira parte. As alterações que António Barão promoveu pouco acrescentaram à qualidade e eficácia de jogo da equipa, que gradualmente foi também perdendo o gás, sofrendo a golpada final do adversário já nos últimos dez minutos de jogo. Com tudo isto, o sonho da subida se parece ter esfumado, sendo obrigatório regressar às vitórias já na próxima semana, na Cova da Piedade. Apesar do clima de euforia que se vivia em Faro, este foi o terceiro jogo seguido sem vencer dos farenses nesta fase, o que pode ser um sinal dalguma quebra de forma dos comandados de António Barão. Contudo, cabe-nos dizer que, no nosso ponto de vista, percebemos que o objectivo mais sensato para esta época seria um lugar no seis primeiros, objectivo conseguido desde já por o Clube, numa época de regresso aos Nacionais após dois anos de ausência e que foi marcada por algumas mexidas durante a época. Logo, parece de bom tom agradecer à equipa a sua performance e esperar que ainda este ano, ou no próximo se alcance a desejada promoção.

Camp. Nac. 3ª Divisão, Série F, 6ª Jornada Fase Subida
Estádio de S. Luís (Faro)
Assistência: 1100 pessoas
16 horas, 10/05/2009
Árbitro: Rui Rodrigues (Lisboa)
FARENSE 1-3 PESCADORES COSTA CAPARICA

(10 mn, por Bruno, após um roubo de bola de Dinis, já perto da área, este dribla dois adversários e remata cruzado, onde aparece Bruno a emendar ao segundo poste)
(51mn, por Luís Costa, que aproveita para empatar a partida após uma jogada de contra ataque)
(81mn, por Tó Zé, em nova jogada rápida do ataque forasteiro)
(86 mn, por Luís Costa, na conversão de uma grande penalidade)

Farense: Gonçalo; Cannigia, Rui Graça, Carlos Neves, Wilson (André Calado, 80mn); Luis Afonso (Klébson, 74mn), Zé Nascimento (Della Pasqua, 59mn), Barão; Dinis, Justo, Bruno. Treinador: António Barão

sábado, 9 de maio de 2009

Olhanense na Semana Académica...

Quem esteve ontem, desde cedo no recinto da XXIV Semana Académica da Universidade do Algarve, por certo não ficou indiferente à actuação dos olhanenses [L][U][D][O], para muitos a banda algarvia do momento, os quais se estrearam nos discos à bem pouco tempo. Não passou despercebida a camisola do nosso rival Olhanense, colocada junto duma das colunas de retorno, bem no centro do palco principal... Senhores duma sonoridade interessante, não se coibiram de, em plena cidade rival, mobilizar toda uma região em torno do emblema rubro negro da cidade capital da Ria Formosa, que amanhã disputa um importante jogo na luta pela promoção à Liga Sagres. Porque estamos em Faro, bonito era que os NOME, quiçá a banda farense de maior projecção na actualidade, fizessem o mesmo já na próxima segunda-feira, com uma camisola do grande Farense... Fica a ideia!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

“Nova centralidade” nasce em Faro em 2013

Plano de Urbanização do Vale da Amoreira foi apresentado à população

Criar uma “nova centralidade” no Vale da Amoreira, em Faro, é o objectivo do Fundo de Investimento Imobiliário Imogharb, que prevê um investimento de 500 milhões de euros num empreendimento que inclui um centro comercial, um hotel, habitação e uma zona verde de sete hectares, entre outras valências.

O Plano de Urbanização do Vale da Amoreira (PUVA) foi esta quinta-feira apresentado aos cidadãos, numa sessão que ocorreu na delegação da Penha da Junta de Freguesia da Sé, com um representante do fundo imobiliário, Carlos Marnoto, e um dos arquitectos autores do projecto, Mário Trindade. Trata-se de um documento cuja elaboração foi contratualizada com o fundo, em colaboração com a Câmara Municipal de Faro, o qual permitirá “a criação de uma nova centralidade urbana e a requalificação da entrada norte” da cidade. “O que fazemos aqui é pegar numa iniciativa privada e ordenar um território mais vasto. O nosso objectivo é planear a cidade. Alguém quer investir? Nós dizemos que sim, mas com regras definidas pela câmara”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Faro, José Apolinário.

Através do empreendimento Porta da Amoreira, vão ser realizadas as várias valências previstas, nomeadamente um centro comercial, um hotel, habitação multifamiliar e unifamiliar (10% a custos controlados), um parque urbano, um equipamento de saúde, residências assistidas para a terceira idade e comércio e serviços. Tudo isto implicará “o crescimento populacional em cerca de 5000 pessoas e a criação de 5500 postos de trabalho directos”, de acordo com o representante do fundo. O interesse do Imogharb na zona explica-se pelas suas “potencialidades”. “Queremos criar um projecto integrado, que requalifique a área e dinamize o concelho”, sustentou Carlos Marnoto. O centro comercial será um dos projectos mais importantes incluído no projecto global, com a gestão entregue à Dolce Vita. Ocupará 70 mil metros quadrados e acolherá 175 lojas, estimando receber 12 milhões de visitantes/ano.

O Continente será uma das lojas-âncora, obrigando ao fecho do Modelo ali situado. “Basicamente, vai operar-se a trasladação de um lado para o outro”, disse Marnoto. A empresa Dolce Vita diz que o seu conceito passa por envolver-se “com a comunidade local”, assumindo o papel de “motor económico e social da área circundante”, nomeadamente com patrocínio a clubes e eventos e apoios a instituições sociais e de caridade. A unidade hoteleira deverá ocupar uma área de 8 mil m2 e poderá ter cerca de 120 quartos, enquanto o equipamento de saúde, com uma superfície de 25 mil m2, ainda continua por definir se será um hospital privado ou uma clínica médica. Em relação a estas duas valências, “há conversações e protocolos já fechados” para a sua comercialização e gestão, adiantou Marnoto. "Medidas compensatórias" para a comunidade O plano obriga a “medidas compensatórias para a comunidade”, frisou José Apolinário.

A cargo do Imogharb ficarão as acessibilidades (vias internas e rotunda da estrada de ligação à variante norte) e a construção de um parque urbano. Este parque será o “maior espaço verde do concelho”, com uma área aproximada de sete hectares, “praticamente três vezes a Alameda”, sublinhou o autarca. O projecto, de Sidónio Pardal (autor do Parque Urbano do Porto), prevê “uma rede de caminhos que asseguram a circulação funcional dos utentes, com uma paisagem harmonizada em múltiplas clareiras, envolvidas e definidas por encostas densamente arborizadas”.

A autarquia tenciona criar um gabinete de informações dirigido aos habitantes e donos de terrenos incluídos neste plano, para responder às dúvidas, algumas delas explicitadas na sessão de apresentação. O PUVA ainda tem de ser aprovado em reunião de câmara e em sede de assembleia municipal. O fundo Imogharb prevê ter concluída a infra-estruturação dos terrenos em meados de 2010, estimando-se o início da construção para final desse ano. A conclusão total do Porta da Amoreira está prevista para 2013.

Com o Programa do Polis Litoral a dar os primeiros passos, e agora com a apresentação deste novo plano para a zona norte da cidade, não seria oportuno, neste momento, discutir-se a futura localização da linha de caminho de ferro, desanuviando assim a cidade deste laço que a têm estrangulado à décadas?

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Aviso à navegação...

Por motivos de ordem técnica no meu PC pessoal, estarão muito limitadas as actualizações de conteúdos nos próximos dias...
Por esse motivo, apresento desde já as minhas sinceras desculpas aos leitores habituais deste espaço.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Lêem-nos?

Ontem, ao abrir o semanário O Algarve, fui surpreendido com um excerto de um dos artigos ultimamente escritos neste espaço... Um blogue que começou por brincadeira e que agora é citado por tão digno jornal, só me pode encher de orgulho, mas tal facto pode ser um travão para muito do gosto de abordar... Porque cada vez haverá mais olhos sobre ele...